Além de dedicação e pontualidade, o balé de Itanhaém tem uma regra que é considerada fundamental para os iniciantes da modalidade. Para compor o corpo de baile da Cidade, as crianças precisam estar em dia com lições e atividades escolares propostas em sala de aula. Com o curso, que tem duração de nove anos, elas aprendem técnicas do balé clássico e dança contemporânea.
Disciplina e talento são peças chaves. Mas, para o balé do Município, é importante também conciliar o curso aos estudos. O grupo de aproximadamente 300 jovens, com faixa etária de 4 a 12 anos, está matriculado na Rede Municipal de Ensino e realiza atividades semanalmente no Complexo Educacional Harry Forssell.
A coordenadora do balé, Lenisa Rocha, afirma que a junção entre cultura e educação auxilia no crescimento cognitivo e físico do estudante. A intenção é que ambos os segmentos estejam atrelados e, acima de tudo, equilibrados com dedicação às aulas de balé e acompanhamento das ações desenvolvidas no ambiente escolar.
“O importante é que o bailarino concilie as atividades da escola com as aulas de balé. O estudante precisa ter boas notas na unidade para dar continuidade às ações desenvolvidas no curso”, explica Lenisa.
A aluna Sthephanie dos S. Szabo, 8 anos, da E.M. Profª Lídia Martha Ferrielo Gianotti, está no balé há 4 anos. Nesse período, visitou outras cidades e ajudou a conquistar troféus em concursos de dança. Segundo a mãe, Adriana Maria A. S. Szabo, 40 anos, o efeito na criança foi imediato. “Ela está mais atenciosa, sabe o horário certo para dançar e o momento para se dedicar aos estudos”.
Aos poucos, Ana Clara Rodrigues Ferderle, 9 anos, estudante do 4º ano da E.M. Olga Lopes de Mendonça, percebeu a sua vocação para a dança. “Ela quer seguir carreira e não falta a nenhum ensaio. Em casa, todos admiram a determinação da minha jovem bailarina”, conta a mãe, Ana Paula Rodrigues, 32 anos, vendedora.
Benefícios da modalidade
Atividades físicas previnem e melhoram as condições de vida de quem pratica o exercício. Além de agregar valores culturais, a dança ajuda no combate a obesidade. “O balé tem a ver com o condicionamento físico da parte muscular, que ajuda a fortalecer pernas e braços. Além disso melhora a condição aeróbica, a coordenação, a postura, o lúdico e a cultura das pessoas que iniciam as aulas”, explica o médico Fábio Crivellari Miranda. A recomendação é que a criança comece as aulas a partir dos 4 anos de idade”, conclui.
Além de dedicação e pontualidade, o balé de Itanhaém tem uma regra que é considerada fundamental para os iniciantes da modalidade. Para compor o corpo de baile da Cidade, as crianças precisam estar em dia com lições e atividades escolares propostas em sala de aula. Com o curso, que tem duração de nove anos, elas aprendem técnicas do balé clássico e dança contemporânea.
Disciplina e talento são peças chaves. Mas, para o balé do Município, é importante também conciliar o curso aos estudos. O grupo de aproximadamente 300 jovens, com faixa etária de 4 a 12 anos, está matriculado na Rede Municipal de Ensino e realiza atividades semanalmente no Complexo Educacional Harry Forssell.
A coordenadora do balé, Lenisa Rocha, afirma que a junção entre cultura e educação auxilia no crescimento cognitivo e físico do estudante. A intenção é que ambos os segmentos estejam atrelados e, acima de tudo, equilibrados com dedicação às aulas de balé e acompanhamento das ações desenvolvidas no ambiente escolar.
“O importante é que o bailarino concilie as atividades da escola com as aulas de balé. O estudante precisa ter boas notas na unidade para dar continuidade às ações desenvolvidas no curso”, explica Lenisa.
A aluna Sthephanie dos S. Szabo, 8 anos, da E.M. Profª Lídia Martha Ferrielo Gianotti, está no balé há 4 anos. Nesse período, visitou outras cidades e ajudou a conquistar troféus em concursos de dança. Segundo a mãe, Adriana Maria A. S. Szabo, 40 anos, o efeito na criança foi imediato. “Ela está mais atenciosa, sabe o horário certo para dançar e o momento para se dedicar aos estudos”.
Aos poucos, Ana Clara Rodrigues Ferderle, 9 anos, estudante do 4º ano da E.M. Olga Lopes de Mendonça, percebeu a sua vocação para a dança. “Ela quer seguir carreira e não falta a nenhum ensaio. Em casa, todos admiram a determinação da minha jovem bailarina”, conta a mãe, Ana Paula Rodrigues, 32 anos, vendedora.
Benefícios da modalidade
Atividades físicas previnem e melhoram as condições de vida de quem pratica o exercício. Além de agregar valores culturais, a dança ajuda no combate a obesidade. “O balé tem a ver com o condicionamento físico da parte muscular, que ajuda a fortalecer pernas e braços. Além disso melhora a condição aeróbica, a coordenação, a postura, o lúdico e a cultura das pessoas que iniciam as aulas”, explica o médico Fábio Crivellari Miranda. A recomendação é que a criança comece as aulas a partir dos 4 anos de idade”, conclui.