O Centro de Apoio ao Deficiente Visual (Cadevi) estará em Bertioga no próximo dia 14, com uma delegação de 50 pessoas, entre deficientes visuais, monitores e acompanhantes, para participar do IV Encontro Náutico Louis Braille, que será realizado pela Prefeitura, por meio da Diretoria de Assuntos Náuticos da Secretaria de Turismo e Comércio, nas dependências do Sesc, a partir das 9 horas. Nesta edição, o evento contará com o patrocínio das empresas Meridional Saúde e LBR Engenharia.
De acordo com o diretor de Assuntos Náuticos do Município, professor Augusto Coelho Filho, o encontro, que entra em seu quarto ano consecutivo, portanto já tradicional na Cidade, promete momentos marcantes, com várias atividades, como passeios de barcos e brincadeiras na areia da praia e à beira mar, além do banho de mar assistido em cadeiras anfíbias, doadas ao Município pelo Governo do Estado, como parte do Programa Praia Acessível, no qual Bertioga já se tornou referência para outras cidades litorâneas.
O evento é destinado a pessoas com deficiência visual e acontece em parceria com o Cadevi – uma entidade não governamental, fundada em 1984, que tem por finalidade principal congregar e promover a integração e reintegração social das pessoas com deficiência visual, por meio de atividades nas áreas social, esportiva, educacional e cultural.
“O encontro Louis Braille já se tornou tradicional em nossa Cidade. Isso mostra o quanto valorizamos a acessibilidade e a inclusão, oferecendo a essas pessoas, portadoras de deficiência, a oportunidade de desfrutarem de nossas riquezas naturais, como a praia e o banho de mar, como qualquer outra pessoa. Bertioga é, definitivamente, uma Cidade acessível”, comemora o prefeito de Bertioga, Mauro Orlandini.
O Sesc Bertioga fica na Rua Pastor Djalma da Silva Coimbra, 20 – Jardim Rio da Praia.
Louis Braille
Louis Braille nasceu em 04 de janeiro de 1809 em Coupvray, na França. Seu pai, Simon-René Braille era fabricante de arreios e selas. Aos três anos, Louis feriu-se no olho esquerdo com uma ferramenta. A infecção que se seguiu ao ferimento alastrou-se para o olho direito, provocando a cegueira total.
Na tentativa de que Louis tivesse uma vida mais normal possível, seus pais o matricularam na escola local. Ele tinha grande facilidade em aprender o que ouvia e em determinados anos foi selecionado como líder da turma.
Louis aprendeu a ler em grandes letras em alto-relevo, mas percebia que aquele método, além de lento, não era prático. Quando ele tinha apenas 12 anos, o instituto onde estudava recebeu a visita de um capitão da artilharia francesa, que apresentou um sistema de comunicação chamado escrita noturna, um método tátil que usava pontos em relevo e tinha aplicações práticas no campo de batalha. Com a introdução desse método no Instituto, Louis dedicou-se a ele e passou a fazer algumas melhorias.
Assim, nos anos seguintes, Braille esforçou-se em simplificar o código. Por fim desenvolveu um método eficiente, que se baseava apenas numa célula de apenas três pontos de altura por dois de largura. E apenas com 15 anos ele já havia terminado seu sistema, que logo depois começou a ser ensinado por ele e é utilizado até hoje levando seu nome.
Cadevi volta a Bertioga para o IV Encontro Náutico Louis Braille, dia 14
O Centro de Apoio ao Deficiente Visual (Cadevi) estará em Bertioga no próximo dia 14, com uma delegação de 50 pessoas, entre deficientes visuais, monitores e acompanhantes, para participar do IV Encontro Náutico Louis Braille, que será realizado pela Prefeitura, por meio da Diretoria de Assuntos Náuticos da Secretaria de Turismo e Comércio, nas dependências do Sesc, a partir das 9 horas. Nesta edição, o evento contará com o patrocínio das empresas Meridional Saúde e LBR Engenharia.
De acordo com o diretor de Assuntos Náuticos do Município, professor Augusto Coelho Filho, o encontro, que entra em seu quarto ano consecutivo, portanto já tradicional na Cidade, promete momentos marcantes, com várias atividades, como passeios de barcos e brincadeiras na areia da praia e à beira mar, além do banho de mar assistido em cadeiras anfíbias, doadas ao Município pelo Governo do Estado, como parte do Programa Praia Acessível, no qual Bertioga já se tornou referência para outras cidades litorâneas.
O evento é destinado a pessoas com deficiência visual e acontece em parceria com o Cadevi – uma entidade não governamental, fundada em 1984, que tem por finalidade principal congregar e promover a integração e reintegração social das pessoas com deficiência visual, por meio de atividades nas áreas social, esportiva, educacional e cultural.
“O encontro Louis Braille já se tornou tradicional em nossa Cidade. Isso mostra o quanto valorizamos a acessibilidade e a inclusão, oferecendo a essas pessoas, portadoras de deficiência, a oportunidade de desfrutarem de nossas riquezas naturais, como a praia e o banho de mar, como qualquer outra pessoa. Bertioga é, definitivamente, uma Cidade acessível”, comemora o prefeito de Bertioga, Mauro Orlandini.
O Sesc Bertioga fica na Rua Pastor Djalma da Silva Coimbra, 20 – Jardim Rio da Praia.
Louis Braille
Louis Braille nasceu em 04 de janeiro de 1809 em Coupvray, na França. Seu pai, Simon-René Braille era fabricante de arreios e selas. Aos três anos, Louis feriu-se no olho esquerdo com uma ferramenta. A infecção que se seguiu ao ferimento alastrou-se para o olho direito, provocando a cegueira total.
Na tentativa de que Louis tivesse uma vida mais normal possível, seus pais o matricularam na escola local. Ele tinha grande facilidade em aprender o que ouvia e em determinados anos foi selecionado como líder da turma.
Louis aprendeu a ler em grandes letras em alto-relevo, mas percebia que aquele método, além de lento, não era prático. Quando ele tinha apenas 12 anos, o instituto onde estudava recebeu a visita de um capitão da artilharia francesa, que apresentou um sistema de comunicação chamado escrita noturna, um método tátil que usava pontos em relevo e tinha aplicações práticas no campo de batalha. Com a introdução desse método no Instituto, Louis dedicou-se a ele e passou a fazer algumas melhorias.
Assim, nos anos seguintes, Braille esforçou-se em simplificar o código. Por fim desenvolveu um método eficiente, que se baseava apenas numa célula de apenas três pontos de altura por dois de largura. E apenas com 15 anos ele já havia terminado seu sistema, que logo depois começou a ser ensinado por ele e é utilizado até hoje levando seu nome.