Confira os destinos mais atraentes para quem busca trabalho no exterior
Não é de hoje que os brasileiros procuram se mudar em busca de chances melhores. O fenômeno do êxodo iniciado na segunda metade do século XX e constante emigração para os Estados Unidos são prova disso.
Seja para estudar ou trabalhar, o objetivo é sair em busca de oportunidades que nem sempre estão nos borbotões no Brasil, ainda mais em época de contingenciamento e de aumento de desemprego.
Em casos de bate-volta, as vantagens passam por aperfeiçoar o idioma e procurar um diferencial no currículo diante de um mercado tão competitivo. Além das malas tradicionais, quem volta de fora traz consigo uma bagagem cultural, ponto bem visto pelas empresas brasileiras.
Favoritos
Destino dos sonhos de muita gente, os Estados Unidos não tem sido um bom local para trabalho de estrangeiros. Lá você só pode trabalhar com posse do Green Card (visto permanente) ou com autorização enquanto corre o processo do mesmo.
Quem está mais atrativo é seu vizinho, o Canadá. A província de Quebéc, por exemplo, enviou representantes do escritório de imigração ao Brasil no ano passado para apresentar vantagens para formados em Engenharia da Computação e Tecnologia da Informação (TI).
Bons anfitriões
De acordo com uma pesquisa produzida pela rede BBC utilizando dados dos relatórios International Migration Outlook e Connecting with Emigrants de 2012, um dos continentes que mais estão abertos à mão-de-obra qualificada é a Oceania. No próprio site oficial da Nova Zelândia, está listada uma série de áreas de atuação bem vindas no país. Profissionais de TI, da saúde, e engenheiros são alguns dos mais requisitados pela Austrália e Nova Zelândia.
Na Europa, se destacam os países da Península Escandinava. Noruega, por exemplo, é um dos maiores mercados. Lá as demandas vão de quase todas as áreas de engenharia até psicólogos. Suécia e Finlândia não ficam muito atrás no número de possibilidades. O problema nesses casos é a barreira do idioma, que a primeira vista pode afastar muita gente.
Quem não tem esse problema é Cingapura, afinal há o inglês como um dos idiomas oficiais. Apesar de muita gente torcer o nariz, é um dos mercados que mais cresce a cada dia.