Copom recebe 140 mil ligações por mês | Boqnews
Copom recebe 140 mil ligações por mês

(*) Aline Barboza


     O Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) abrange seis municípios da Baixada Santista (Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Cubatão e Bertioga), e chega a receber por mês cerca de 100 a 140 mil ligações. Somente no primeiro semestre de 2010, houve necessidade de intervenção policial em cerca de 82 mil ocorrências.
      De acordo com o chefe do COPOM, capitão PM Décio dos Santos Gomes, as principais ocorrências atendidas neste primeiro semestre foram 14 mil ocorrências de desinteligência, termo adotado pela corporação para se referir a casos em que se houvesse consciência e conversa entre as partes afetadas o acionamento da polícia não seria necessário; 11 mil ocorrências de acidente de trânsito e 10 mil de averiguação de suspeitos.
     O serviço prestado pela corporação é ininterrupto e essencial para a sociedade, atuando em chamadas de natureza criminal (roubos, furtos, discussões), até as de natureza assistencial e social (pessoas perdidas, informações sobre procedimentos cotidianos).
      Segundo o capitão, a polícia não tem como estar em todos os lugares, sendo assim, quando uma viatura é destinada para responder uma ocorrência, o posto que ela deveria patrulhar fica sem ninguém.
 “Algumas dessas ocorrências não seriam necessárias se houvesse um entendimento entre as partes. Se desentendimentos de vizinhos fossem resolvidos com uma conversa, o acionamento da polícia não seria necessário. Por outro lado, caso tais chamados não sejam atendidos prontamente, podem resultar em algo mais grave, como um crime de lesão corporal ou até mesmo homicídio”, diz.
      Ele informa ainda que as ocorrências para averiguação de suspeito são a forma mais eficiente da população trabalhar junto com a PM, pois quando a população liga para denunciar alguma atividade suspeita, a polícia tem como agir para averiguar a procedência do chamado. Segundo Gomes, a população tem que colaborar nesse sentido, não fazendo o papel da polícia e se arriscando, mas denunciando e fornecendo o maior número de detalhes possíveis para que a abordagem da PM seja eficiente e segura, tanto para o policial, como para o suspeito que será abordado.
      “Na última semana, um homem viu uma mulher ser assaltada na Avenida Ana Costa. O assaltante fugiu de bicicleta, e ele o seguiu de carro, enquanto falava no celular dando as descrições do suspeito e passando as coordenadas para que a viatura efetuasse a prisão. Quando a vítima chegou para prestar queixa e fazer o boletim de ocorrência, o assaltante já estava preso e o celular já havia sido recuperado”, relatou o policial.
        Gomes esclarece ainda que em caso de acidentes de trânsito a polícia militar só deve ser acionada quando há vítimas fatais, ou quando, por consequência da batida, os veículos não possam ser removidos do local. Caso haja condições de se movimentar com o veículo, as orientações são de que se procure o posto policial mais próximo para que se já feito o boletim de ocorrência.

 

 

(*) Aluna do segundo ano de Jornalismo da Universidade Santa Cecília - Unisanta

14 de agosto de 2010

Copom recebe 140 mil ligações por mês

(*) Aline Barboza



     O Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) abrange seis municípios da Baixada Santista (Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Cubatão e Bertioga), e chega a receber por mês cerca de 100 a 140 mil ligações. Somente no primeiro semestre de 2010, houve necessidade de intervenção policial em cerca de 82 mil ocorrências.
      De acordo com o chefe do COPOM, capitão PM Décio dos Santos Gomes, as principais ocorrências atendidas neste primeiro semestre foram 14 mil ocorrências de desinteligência, termo adotado pela corporação para se referir a casos em que se houvesse consciência e conversa entre as partes afetadas o acionamento da polícia não seria necessário; 11 mil ocorrências de acidente de trânsito e 10 mil de averiguação de suspeitos.
     O serviço prestado pela corporação é ininterrupto e essencial para a sociedade, atuando em chamadas de natureza criminal (roubos, furtos, discussões), até as de natureza assistencial e social (pessoas perdidas, informações sobre procedimentos cotidianos).
      Segundo o capitão, a polícia não tem como estar em todos os lugares, sendo assim, quando uma viatura é destinada para responder uma ocorrência, o posto que ela deveria patrulhar fica sem ninguém.
 “Algumas dessas ocorrências não seriam necessárias se houvesse um entendimento entre as partes. Se desentendimentos de vizinhos fossem resolvidos com uma conversa, o acionamento da polícia não seria necessário. Por outro lado, caso tais chamados não sejam atendidos prontamente, podem resultar em algo mais grave, como um crime de lesão corporal ou até mesmo homicídio”, diz.
      Ele informa ainda que as ocorrências para averiguação de suspeito são a forma mais eficiente da população trabalhar junto com a PM, pois quando a população liga para denunciar alguma atividade suspeita, a polícia tem como agir para averiguar a procedência do chamado. Segundo Gomes, a população tem que colaborar nesse sentido, não fazendo o papel da polícia e se arriscando, mas denunciando e fornecendo o maior número de detalhes possíveis para que a abordagem da PM seja eficiente e segura, tanto para o policial, como para o suspeito que será abordado.
      “Na última semana, um homem viu uma mulher ser assaltada na Avenida Ana Costa. O assaltante fugiu de bicicleta, e ele o seguiu de carro, enquanto falava no celular dando as descrições do suspeito e passando as coordenadas para que a viatura efetuasse a prisão. Quando a vítima chegou para prestar queixa e fazer o boletim de ocorrência, o assaltante já estava preso e o celular já havia sido recuperado”, relatou o policial.
        Gomes esclarece ainda que em caso de acidentes de trânsito a polícia militar só deve ser acionada quando há vítimas fatais, ou quando, por consequência da batida, os veículos não possam ser removidos do local. Caso haja condições de se movimentar com o veículo, as orientações são de que se procure o posto policial mais próximo para que se já feito o boletim de ocorrência.


 


 


(*) Aluna do segundo ano de Jornalismo da Universidade Santa Cecília – Unisanta

Da Redação
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