Crescimento econômico da Baixada Santista atrai franquias | Boqnews
Crescimento econômico da Baixada Santista atrai franquias

O sonho de ter o próprio negócio pode estar mais perto do que se imagina. A Baixada Santista possui um potencial de crescimento economico elevado. Não é a toa que a 11ª Franchising Fair ocorre em Santos até sábado (14). Com a feira, espera-se que 60 empresas franqueadoras se estabeleçam na Cidade e na região, o que deve gerar 5 mil empregos diretos em um ano.

De acordo com o Índice de Potencial de Consumo (IPC), Santos é o 7º maior mercado consumidor do Estado e ocupa a 20ª posição (entre 5.560 municípios) no ranking de potencial de consumo do País.

"A descoberta do petróleo na Bacia de Santos e a modernização do porto fizeram com que Santos entrasse na mira das empresas franqueadoras procurando investidores", explica o diretor da feira, Ademar Pahal.

Segundo ele, é possível começar com um investimento a partir de R$ 8 mil. "Os setores que mais crescem são o de alimentação, seguido dos prestadores de serviço, idiomas e cosméticos, justamente  os  com maior potencialidade na região".

 

 

 

 

 

 

 

 

O consultor em franquias, Daniel Bernard, afirma que adquirir uma franquia é o melhor negócio. "Uma empresa franqueadora procura investidores, não funcionários ou sócios. Então, ela tem a responsabilidade de fornecer todas as ferramentas para que o investidor tenha sucesso e lucro. É importante ter em mente, que uma empresa franqueadora está concedendo sua marca e seu know how a outra pessoa, ou seja, ela está dando uma fórmula já consagrada de sucesso", explica Bernard.

O gerente regional do Sebrae na Baixada Santista, Paulo Sergio Brito Franzosi, salienta que é preciso se planejar para ter sucesso antes de investir em um negócio próprio. "Potencial todos têm, desde que se dedicando anteriormente na elaboração de um Plano de Negócio. O Sebrae possui cursos, palestras, material bibliográfico e oficinas que poderão ajudar na formação do empreendedor".

Não foi o que fez Leonardo Souza de Oliveira, que abriu um quiosque de sorvete em Santos e teve que vender. "Eu acreditava que apenas investir numa franquia me traria um retorno garantido, mas não foi o que ocorreu. Apesar de toda a estrutura é preciso fazer um planejamento pessoal e se dedicar integralmente ao negócio, além de ficar atento às orientações do franqueador", diz.

Já Igor Siqueira pretende abrir seu próprio negócio e se dedicar ao máximo. "Eu sempre tive vontade de ter um comércio. Eu pesquisei e vi que as minhas habilidades estão voltadas para o ramo da alimentação. Preciso me organizar para poder fazer o investimento", antecipa.

Restaurante santista deseja se tornar uma rede nacional

A Cantina Liliana, genuinamente santista, foi aberta em 1967, no mesmo lugar onde está até hoje, na Avenida Ana Costa, 404. De lá para cá, aprimorou seu serviço e seus produtos. Atualmente, além do estabelecimento original, ela está nos shoppings Praiamar e Pátio Iporanga. "Nosso objetivo é expandir o restaurante para outras cidades do litoral, como Praia Grande, e quem sabe se tornar uma marca nacional", explica Deborah Cunha, gerente de marketing do restaurante.

Segundo ela, foi feito um estudo para a viabilidade do restaurante se tornar uma empresa franqueadora. "Nós acreditamos no nosso produto. Nós nos adaptamos para que o nosso serviço possa se tornar um padrão, de forma que futuros investidores acreditem também na nossa marca", crê.

Ela explica que não existe uma projeção exata para a data da criação das franquias, mas objetivo é que a Cantina Liliana se torne uma rede de sucesso. "Ainda existem alguns pontos que estamos nos aprimorando para dar todos os subsídios necessários para a criação de uma empresa franqueadora".

Por outro lado, há quem deseja-se fixar por aqui. A empresa franqueadora Procura-se a empadinha foi criada em Atibaia há quatro anos, como objetivo de oferecer salgados de qualidade a um preço acessível e quer se estabelecer na Cidade.

"Em 2009, a empresa decidiu se tornar uma franqueadora. Nós nos estruturamos, montamos uma fábrica, procuramos fornecedores e já tínhamos um conceito de qualidade, com produtos que não fazem mal a saúde. Então, decidimos que era o hora de encararmos esse desafio", conta a diretora da empresa, Ana Cristina Pereira.

Ela explica que o investimento mínino é de R$ 80 mil, e que o retorno acontece de 24 a 30 meses. "Em Atibaia, nós temos a loja própria, duas em São Paulo, uma em Itu e todas estão fazendo sucesso. Estamos em busca de um investidor no litoral, que acredite no potencial da nossa empresa, assim como nós acreditamos”.

De acordo com Ana, o tradicional comércio santista não há assusta. "Acredito na qualidade do meu produto. A concorrência é boa para que possamos sempre melhorar o nosso serviço. Contudo, acho que há espaço para todos e quem ganha com isso são os consumidores", defende. (BP).

13 de maio de 2011

Crescimento econômico da Baixada Santista atrai franquias

O sonho de ter o próprio negócio pode estar mais perto do que se imagina. A Baixada Santista possui um potencial de crescimento economico elevado. Não é a toa que a 11ª Franchising Fair ocorre em Santos até sábado (14). Com a feira, espera-se que 60 empresas franqueadoras se estabeleçam na Cidade e na região, o que deve gerar 5 mil empregos diretos em um ano.


De acordo com o Índice de Potencial de Consumo (IPC), Santos é o 7º maior mercado consumidor do Estado e ocupa a 20ª posição (entre 5.560 municípios) no ranking de potencial de consumo do País.


“A descoberta do petróleo na Bacia de Santos e a modernização do porto fizeram com que Santos entrasse na mira das empresas franqueadoras procurando investidores”, explica o diretor da feira, Ademar Pahal.


Segundo ele, é possível começar com um investimento a partir de R$ 8 mil. “Os setores que mais crescem são o de alimentação, seguido dos prestadores de serviço, idiomas e cosméticos, justamente  os  com maior potencialidade na região”.



 


 


 


 


 


 


 


 


O consultor em franquias, Daniel Bernard, afirma que adquirir uma franquia é o melhor negócio. “Uma empresa franqueadora procura investidores, não funcionários ou sócios. Então, ela tem a responsabilidade de fornecer todas as ferramentas para que o investidor tenha sucesso e lucro. É importante ter em mente, que uma empresa franqueadora está concedendo sua marca e seu know how a outra pessoa, ou seja, ela está dando uma fórmula já consagrada de sucesso”, explica Bernard.


O gerente regional do Sebrae na Baixada Santista, Paulo Sergio Brito Franzosi, salienta que é preciso se planejar para ter sucesso antes de investir em um negócio próprio. “Potencial todos têm, desde que se dedicando anteriormente na elaboração de um Plano de Negócio. O Sebrae possui cursos, palestras, material bibliográfico e oficinas que poderão ajudar na formação do empreendedor”.


Não foi o que fez Leonardo Souza de Oliveira, que abriu um quiosque de sorvete em Santos e teve que vender. “Eu acreditava que apenas investir numa franquia me traria um retorno garantido, mas não foi o que ocorreu. Apesar de toda a estrutura é preciso fazer um planejamento pessoal e se dedicar integralmente ao negócio, além de ficar atento às orientações do franqueador”, diz.


Já Igor Siqueira pretende abrir seu próprio negócio e se dedicar ao máximo. “Eu sempre tive vontade de ter um comércio. Eu pesquisei e vi que as minhas habilidades estão voltadas para o ramo da alimentação. Preciso me organizar para poder fazer o investimento”, antecipa.


Restaurante santista deseja se tornar uma rede nacional


A Cantina Liliana, genuinamente santista, foi aberta em 1967, no mesmo lugar onde está até hoje, na Avenida Ana Costa, 404. De lá para cá, aprimorou seu serviço e seus produtos. Atualmente, além do estabelecimento original, ela está nos shoppings Praiamar e Pátio Iporanga. “Nosso objetivo é expandir o restaurante para outras cidades do litoral, como Praia Grande, e quem sabe se tornar uma marca nacional”, explica Deborah Cunha, gerente de marketing do restaurante.


Segundo ela, foi feito um estudo para a viabilidade do restaurante se tornar uma empresa franqueadora. “Nós acreditamos no nosso produto. Nós nos adaptamos para que o nosso serviço possa se tornar um padrão, de forma que futuros investidores acreditem também na nossa marca”, crê.


Ela explica que não existe uma projeção exata para a data da criação das franquias, mas objetivo é que a Cantina Liliana se torne uma rede de sucesso. “Ainda existem alguns pontos que estamos nos aprimorando para dar todos os subsídios necessários para a criação de uma empresa franqueadora”.


Por outro lado, há quem deseja-se fixar por aqui. A empresa franqueadora Procura-se a empadinha foi criada em Atibaia há quatro anos, como objetivo de oferecer salgados de qualidade a um preço acessível e quer se estabelecer na Cidade.


“Em 2009, a empresa decidiu se tornar uma franqueadora. Nós nos estruturamos, montamos uma fábrica, procuramos fornecedores e já tínhamos um conceito de qualidade, com produtos que não fazem mal a saúde. Então, decidimos que era o hora de encararmos esse desafio”, conta a diretora da empresa, Ana Cristina Pereira.


Ela explica que o investimento mínino é de R$ 80 mil, e que o retorno acontece de 24 a 30 meses. “Em Atibaia, nós temos a loja própria, duas em São Paulo, uma em Itu e todas estão fazendo sucesso. Estamos em busca de um investidor no litoral, que acredite no potencial da nossa empresa, assim como nós acreditamos”.


De acordo com Ana, o tradicional comércio santista não há assusta. “Acredito na qualidade do meu produto. A concorrência é boa para que possamos sempre melhorar o nosso serviço. Contudo, acho que há espaço para todos e quem ganha com isso são os consumidores”, defende. (BP).

Da Redação
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