"Temos notícia da droga na Região Norte. Aqui (no Estado) são casos pontuais. Na verdade, a mídia tem trazido o oxi para cá. Há muito estardalhaço. Fazem propaganda da droga e, do jeito que está, o oxi chega logo por aqui". A declaração do psicólogo Estáuzio Alves Pereira Filho, presidente do Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Tabaco, Álcool e Outras Drogas publicada hoje na página A-6 do jornal A Tribuna beira o ridículo.
Imputar à mídia como responsável em trazer o oxi à região- de efeitos mais danosos à saúde que o próprio crack - mostra apenas o descaso que as autoridades públicas lidam com a questão. Esconde, na prática, a inoperância dos órgãos de saúde pública em tentar tapar o sol com a peneira de uma realidade cada vez mais frequente pelas ruas da Cidade. O consumo do oxi - ainda que em menor frequência em relação ao crack - já é uma realidade nas ruas da Cidade. Apesar das negativas das autoridades.
Declaração infeliz
“Temos notícia da droga na Região Norte. Aqui (no Estado) são casos pontuais. Na verdade, a mídia tem trazido o oxi para cá. Há muito estardalhaço. Fazem propaganda da droga e, do jeito que está, o oxi chega logo por aqui”. A declaração do psicólogo Estáuzio Alves Pereira Filho, presidente do Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Tabaco, Álcool e Outras Drogas publicada hoje na página A-6 do jornal A Tribuna beira o ridículo.
Imputar à mídia como responsável em trazer o oxi à região- de efeitos mais danosos à saúde que o próprio crack – mostra apenas o descaso que as autoridades públicas lidam com a questão. Esconde, na prática, a inoperância dos órgãos de saúde pública em tentar tapar o sol com a peneira de uma realidade cada vez mais frequente pelas ruas da Cidade. O consumo do oxi – ainda que em menor frequência em relação ao crack – já é uma realidade nas ruas da Cidade. Apesar das negativas das autoridades.