No último dia de desfiles das escolas de samba de Santos passaram pela Passarela Dráusio da Cruz as agremiações: Mocidade Dependente do Samba, Brasil, Unidos dos Morros, X-9, União Imperial e Império da Vila.
As escolas mostraram muito luxo, entusiasmo e vontade de soltar o grito de campeão do Carnaval Santista 2014.
Mocidade Dependente do Samba
A Mocidade Dependente do Samba abriu a última noite de desfile do Carnaval santista e trouxe para a avenida muito mais do que a lenda do guaraná: a valorização do índio. Com o samba enredo Utopia - Do sonho à realidade...um caminho sem volta, a escola mostrou a que veio e animou o público desde os primeiros minutos de apresentação, com a comissão de frente sobre o ritual das tucandeiras, realizado por jovens guerreiros da tribo de maués, na Amazônia.
O destaque foi o carro abre-alas Utopia - a lenda do guaraná, com esculturas, representando a fauna, flora e o folclore da Amazônia. Em várias alas a escola apresentou alguns dos países por onde o guaraná "viajou". A das baianas chamou a atenção pela bandeira do Brasil, mas também marcaram presença fantasias que remetiam ao México, França, Espanha, Japão e China. A agremiação da Aparecida contou com 1.100 integrantes, 11 alas, quatro carros alegóricos e 130 ritmistas.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
Brasil
A Brasil "esquentou" a avenida com seu samba-enredo Brasil 65º C, uma alusão aos 65 anos da agremiação, ao calor e à alegria da estação mais quente do ano. A escola 16 vezes campeã também chamou a atenção para um tema atual: o aquecimento global. Seus 1.800 componentes, divididos em 15 alas, arrancaram aplausos do público ao mostrar na passarela do samba a importância de respeitar a natureza.
Deus Tupã esteve representado no carro abre-alas, após uma comissão de frente composta por cigarras anunciando o verão.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
Unidos dos Morros
Pé na estrada! O morro vai viajar pelos caminhos da Serra do Mar. Este foi o samba-enredo que estava na ponta da língua dos 1.500 integrantes da escola Unidos dos Morros. A agremiação foi a terceira a desfilar na madrugada desta terça-feira (4), na Passarela do Samba Dráusio da Cruz, na Zona Noroeste.
Com muitas cores e criatividade, a escola contou a história das estradas da região. As 12 alas e os quatro carros alegóricos apresentaram a trajetória do desenvolvimento do litoral paulista, acompanhados pelos 130 ritmistas.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
X-9
Se ditos populares e provérbios guiaram o samba-enredo da X-9, entrar com o pé direito na passarela Dráusio da Cruz foi fundamental. O refrão "Tá na boca do povo...X-9 de novo. A melodia que traz alegria, essência que não se perdeu, a voz do samba é a voz de Deus" empolgou e conquistou o público nos camarotes, nas arquibancadas e janelas dos prédios vizinhos.
Dos quatro carros alegóricos, um dos destaques foi A Casa da Mãe Joana, representando os lugares ou situações onde vale tudo e predomina a confusão e a desorganização, com personagens típicos da noite, entre eles o gerente de bordel e a rainha da sedução.
Nas alas, inúmeros provérbios e ditos foram relembrados com humor e criatividade, como os famosos Podem tirar o cavalinho da chuva, Entrar com o pé direito, Quem tem boca vai a Roma, Sou de tirar o chapéu e Quem fala o que quer, escuta o que não quer.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
União Imperial
O passado e o presente do bairro Marapé, com suas tradições e folclore, foram contados pela União Imperial, a penúltima escola a pisar na avenida do samba nesta madrugada de terça-feira
(4). Com o samba-enredo Sou Marapé, sou canção! E quem disser que aqui não tem... É porque não conhece esse chão!, os 1.800 componentes mostraram a fé a São Judas Tadeu, os terreiros que se espalham pelo bairro, o Memorial Necrópole Ecumênica e ainda os times de várzea e as famílias japonesas, as primeiras a se instalarem no local.
Um dos destaques foi a ala Malandrinhos e Ciganinhas, composta por crianças representando o sambista Luiz Américo e a atriz Lolita Rodrigues, que saiu do Marapé para conquistar o Brasil no papel de Cigana Esmeralda, na TV Tupi. A Velha Guarda desfilou em carro que celebrou o talento de bambas e artistas. O último mostrou o bairro hoje, com prédios altos, pistas de skate e de dança.
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| Foto: Marcelo Martins / PMS |
Império da Vila
O dia ainda não tinha clareado quando, às 5h15, a escola de samba Império da Vila entrou na avenida. A última agremiação a desfilar, na madrugada desta terça-feira (4), trouxe o enredo Na alegria ou na tristeza, pura ou não, taí a energia da minha emoção, com a história da cachaça e sua relação com a música.
Com 1.200 integrantes, a apresentação da escola levou para a Passarela do Samba Dráusio da Cruz três carros alegóricos, 13 alas e três casais de mestre-sala e porta-bandeira.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
No último dia de desfiles das escolas de samba de Santos passaram pela Passarela Dráusio da Cruz as agremiações: Mocidade Dependente do Samba, Brasil, Unidos dos Morros, X-9, União Imperial e Império da Vila.
As escolas mostraram muito luxo, entusiasmo e vontade de soltar o grito de campeão do Carnaval Santista 2014.
Mocidade Dependente do Samba
A Mocidade Dependente do Samba abriu a última noite de desfile do Carnaval santista e trouxe para a avenida muito mais do que a lenda do guaraná: a valorização do índio. Com o samba enredo Utopia – Do sonho à realidade…um caminho sem volta, a escola mostrou a que veio e animou o público desde os primeiros minutos de apresentação, com a comissão de frente sobre o ritual das tucandeiras, realizado por jovens guerreiros da tribo de maués, na Amazônia.
O destaque foi o carro abre-alas Utopia – a lenda do guaraná, com esculturas, representando a fauna, flora e o folclore da Amazônia. Em várias alas a escola apresentou alguns dos países por onde o guaraná “viajou”. A das baianas chamou a atenção pela bandeira do Brasil, mas também marcaram presença fantasias que remetiam ao México, França, Espanha, Japão e China. A agremiação da Aparecida contou com 1.100 integrantes, 11 alas, quatro carros alegóricos e 130 ritmistas.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
Brasil
A Brasil “esquentou” a avenida com seu samba-enredo Brasil 65º C, uma alusão aos 65 anos da agremiação, ao calor e à alegria da estação mais quente do ano. A escola 16 vezes campeã também chamou a atenção para um tema atual: o aquecimento global. Seus 1.800 componentes, divididos em 15 alas, arrancaram aplausos do público ao mostrar na passarela do samba a importância de respeitar a natureza.
Deus Tupã esteve representado no carro abre-alas, após uma comissão de frente composta por cigarras anunciando o verão.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
Unidos dos Morros
Pé na estrada! O morro vai viajar pelos caminhos da Serra do Mar. Este foi o samba-enredo que estava na ponta da língua dos 1.500 integrantes da escola Unidos dos Morros. A agremiação foi a terceira a desfilar na madrugada desta terça-feira (4), na Passarela do Samba Dráusio da Cruz, na Zona Noroeste.
Com muitas cores e criatividade, a escola contou a história das estradas da região. As 12 alas e os quatro carros alegóricos apresentaram a trajetória do desenvolvimento do litoral paulista, acompanhados pelos 130 ritmistas.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
X-9
Se ditos populares e provérbios guiaram o samba-enredo da X-9, entrar com o pé direito na passarela Dráusio da Cruz foi fundamental. O refrão “Tá na boca do povo…X-9 de novo. A melodia que traz alegria, essência que não se perdeu, a voz do samba é a voz de Deus” empolgou e conquistou o público nos camarotes, nas arquibancadas e janelas dos prédios vizinhos.
Dos quatro carros alegóricos, um dos destaques foi A Casa da Mãe Joana, representando os lugares ou situações onde vale tudo e predomina a confusão e a desorganização, com personagens típicos da noite, entre eles o gerente de bordel e a rainha da sedução.
Nas alas, inúmeros provérbios e ditos foram relembrados com humor e criatividade, como os famosos Podem tirar o cavalinho da chuva, Entrar com o pé direito, Quem tem boca vai a Roma, Sou de tirar o chapéu e Quem fala o que quer, escuta o que não quer.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |
União Imperial
O passado e o presente do bairro Marapé, com suas tradições e folclore, foram contados pela União Imperial, a penúltima escola a pisar na avenida do samba nesta madrugada de terça-feira
(4). Com o samba-enredo Sou Marapé, sou canção! E quem disser que aqui não tem… É porque não conhece esse chão!, os 1.800 componentes mostraram a fé a São Judas Tadeu, os terreiros que se espalham pelo bairro, o Memorial Necrópole Ecumênica e ainda os times de várzea e as famílias japonesas, as primeiras a se instalarem no local.
Um dos destaques foi a ala Malandrinhos e Ciganinhas, composta por crianças representando o sambista Luiz Américo e a atriz Lolita Rodrigues, que saiu do Marapé para conquistar o Brasil no papel de Cigana Esmeralda, na TV Tupi. A Velha Guarda desfilou em carro que celebrou o talento de bambas e artistas. O último mostrou o bairro hoje, com prédios altos, pistas de skate e de dança.
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| Foto: Marcelo Martins / PMS |
Império da Vila
O dia ainda não tinha clareado quando, às 5h15, a escola de samba Império da Vila entrou na avenida. A última agremiação a desfilar, na madrugada desta terça-feira (4), trouxe o enredo Na alegria ou na tristeza, pura ou não, taí a energia da minha emoção, com a história da cachaça e sua relação com a música.
Com 1.200 integrantes, a apresentação da escola levou para a Passarela do Samba Dráusio da Cruz três carros alegóricos, 13 alas e três casais de mestre-sala e porta-bandeira.
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| Foto: Anderson Bianchi / PMS |