Greve em São Vicente é motivada por “desequilíbrio contratual”, alega empresa | Boqnews
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Transporte Público

01 DE JULHO DE 2022

Greve em São Vicente é motivada por “desequilíbrio contratual”, alega empresa

Funcionários reivindicam o pagamento de salários e benefícios vencidos. Empresa diz estar adotando medidas para garantir o atendimento à população

Por: Da Redação

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A empresa concessionária responsável pelo transporte público em São Vicente, a Otrantur Transporte e Turismo, emitiu nota nesta manhã (1/7),  informando a paralisação dos serviços devido ao início de movimento grevista, “de maneira regular, ordeira e pacífica, com a presença do sindicato que representa a categoria e a observância dos requisitos legais”.

A nota ressalta que o departamento jurídico da empresa está adotando as medidas necessárias para garantir o atendimento à população e que os funcionários reivindicam o pagamento de salários e benefícios vencidos ontem (30/06) e demais itens contidos na pauta de reivindicações da última assembleia, realizada em 23/06.

“Há, ainda, alguns valores de natureza diversa que também não foram pagos em virtude da crise financeira vivida pela concessionária, imposta não só pela pandemia, mas por diversos outros eventos, tais como o não reajuste da tarifa, aumento do diesel e, principalmente, pelo repasse do subsídio ainda não ter sido efetuado por parte da Prefeitura, o que deverá ocorrer somente em 09/07”, destaca o texto.

Segundo a nota, a Otrantur tem buscado um acordo junto aos seus mais de 220 funcionários e que “a falta de ação” da atual administração municipal “tem levado a concessionária ao colapso financeiro”.

Cita também a existência de um “desequilíbrio contratual” desde março de 2020. “Por diversas oportunidades, reforçamos a necessidade da adoção de medidas. Com isso, houve a contratação de um estudo técnico em março/2022, porém, até o presente momento não houve a emissão da Ordem de Serviço – OS por parte da Secretaria de Defesa e Ordem Social – SEDOS para que se inicie o trabalho”, salienta.

O estudo citado, segundo a Otrantur, está previsto na Lei da Mobilidade Urbana, bem como na Lei de Licitações. Com isso, a empresa alega que teria “minimante condições de cobrir seus custos operacionais e apresentaria condições de manter suas obrigações em dia”.

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