Guarujá e as demais cidades da Baixada Santista são consideradas como prioridade para receber investimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida. O anúncio foi feito na última semana, pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e pelo governador do Estado, Geraldo Alckmin, durante a cerimônia de assinatura do termo de cooperação, que ocorreu no Palácio dos Bandeirantes.
O termo de cooperação viabilizará a construção de 100 mil moradias populares no Estado de São Paulo, por meio da Agência Casa Paulista, do Governo do Estado, e do Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal. A iniciativa visa atender famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, moradoras de favelas, mananciais e áreas de risco. “Os prefeitos são parceiros estratégicos no Programa Minha Casa, Minha Vida”, declarou a presidenta.
Presentes ao evento, a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito; o secretário da Executiva Coordenação Governamental, Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira; e o secretário de Desenvolvimento e Gestão Urbana, Duíno Verri Fernandes, marcaram audiência com o secretário estadual de Habitação, Sílvio Torres, para viabilizar os assuntos habitacionais e as parcerias entre Município e Estado.
Guarujá, atualmente, conta com déficit habitacional 33.263 moradias – destas 21.652 são para consolidação, sendo que 8.593 já têm recursos aportados e estão em andamento. Enquanto que, para a construção de 11.611 novas moradias, a Prefeitura já conta com recursos para a execução de 5.743.
“Com a situação social de Guarujá foi necessário buscar projetos, convênios e parcerias, e assim temos a possibilidade de concretizar o sonho de uma casa própria e digna para as pessoas que necessitam. Para tudo isso acontecer, foram muitos os esforços para arrumar a casa e recuperar o crédito da Cidade, fazendo valer a autonomia do Município e viabilizando convênios”, explica a prefeita.
Sendo assim, com a assinatura do termo de cooperação, serão aplicados pelo Estado a oferta de até R$ 20 mil por unidade, a fundo perdido, a título de complementação do financiamento das moradias. O teto da unidade habitacional financiada no território paulista passa para R$ 85 mil. Para a construção das unidades serão investidos R$ 8,04 bilhões, sendo R$ 1,9 bilhão do Governo do Estado e R$ 6,145 bilhões da União.
Guarujá e as demais cidades da Baixada Santista são consideradas como prioridade para receber investimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida. O anúncio foi feito na última semana, pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e pelo governador do Estado, Geraldo Alckmin, durante a cerimônia de assinatura do termo de cooperação, que ocorreu no Palácio dos Bandeirantes.
O termo de cooperação viabilizará a construção de 100 mil moradias populares no Estado de São Paulo, por meio da Agência Casa Paulista, do Governo do Estado, e do Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal. A iniciativa visa atender famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, moradoras de favelas, mananciais e áreas de risco. “Os prefeitos são parceiros estratégicos no Programa Minha Casa, Minha Vida”, declarou a presidenta.
Presentes ao evento, a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito; o secretário da Executiva Coordenação Governamental, Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira; e o secretário de Desenvolvimento e Gestão Urbana, Duíno Verri Fernandes, marcaram audiência com o secretário estadual de Habitação, Sílvio Torres, para viabilizar os assuntos habitacionais e as parcerias entre Município e Estado.
Guarujá, atualmente, conta com déficit habitacional 33.263 moradias – destas 21.652 são para consolidação, sendo que 8.593 já têm recursos aportados e estão em andamento. Enquanto que, para a construção de 11.611 novas moradias, a Prefeitura já conta com recursos para a execução de 5.743.
“Com a situação social de Guarujá foi necessário buscar projetos, convênios e parcerias, e assim temos a possibilidade de concretizar o sonho de uma casa própria e digna para as pessoas que necessitam. Para tudo isso acontecer, foram muitos os esforços para arrumar a casa e recuperar o crédito da Cidade, fazendo valer a autonomia do Município e viabilizando convênios”, explica a prefeita.
Sendo assim, com a assinatura do termo de cooperação, serão aplicados pelo Estado a oferta de até R$ 20 mil por unidade, a fundo perdido, a título de complementação do financiamento das moradias. O teto da unidade habitacional financiada no território paulista passa para R$ 85 mil. Para a construção das unidades serão investidos R$ 8,04 bilhões, sendo R$ 1,9 bilhão do Governo do Estado e R$ 6,145 bilhões da União.