Inflação em Santos, medida pelo IPC – NESE / Unisanta, volta a subir | Boqnews
Inflação em Santos, medida pelo IPC – NESE / Unisanta, volta a subir

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para a cidade de Santos, no mês de setembro, apresentou inflação de 0,77%, percentual que confirma a retomada da inflação depois de um moderado crescimento em agosto e de três meses de deflação. O índice de inflação teve um crescimento muito forte no início do ano, posteriormente a economia se estabilizou ajustando os preços a uma nova realidade de crescimento econômico moderado, agora houve a retomada da inflação em nível mais acelerado. A informação é do Núcleo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos da Universidade Santa Cecília - Unisanta (Nese/Unisanta).

Excetuando transportes e saúde todos os demais grupos apresentaram inflação. De forma específica, é feita a seguir análise detalhada, por grupo, das principais variações apuradas:

 -  Grupo Habitação: Apresentou inflação de 0,69%, devido ao reajuste no subgrupo manutenção do  domicílio em 0,95% destacando-se o reajuste da água e esgoto 6%, artigos de limpeza 1,84%. No subgrupo de equipamentos do domicílio houve também reajustes da ordem de 1,66% constatando-se reajustes de 4,09% nos equipamentos eletroeletrônicos e 4,71% em utilidades domésticas. O grupo habitação tem inflação acumulada de 3,46%.

-  Grupo Alimentação: Após recuo de preços em junho e julho, houve inflação de 1,02% em agosto e agora em setembro sobe a 2,65%. A análise das causas da inflação identificou: produtos industrializados com 3,9%, destacando-se no subgrupo em questão o leite em pó com 2,98%, leite fermentado com 9,18%, queijo mussarela 10,5% e queijo prato 14,78%. Os derivados de carne tiveram acréscimo de 1,77% com destaque para a lingüiça com 9,3% de aumento. Destaque ainda para os panificados com 9,94%, puxado pelo pão Francês, as massas e farinhas. Por fim os produtos semi-elaborados com aumento de 6,89% destacando-se a carne bovina com 11,2% de aumento, carne suína com 21,9% e o frango 8,5%. O aumento foi parcialmente compensado pelos produtos in-natura que tiveram deflação de -1,76%. O índice de inflação acumulado no ano para o grupo alimentação é um dos mais elevados com 7,18%.

- Grupo Transportes: Houve deflação de -0,41%, devido à queda de preço dos veículos em -1,08%.

- Grupo Despesas Pessoais: Constatou-se a inflação de 0,30%. Os itens que mais influenciaram  foram bebidas alcoólicas com 0,6%, bebidas não alcoólicas 0,55% e recreação e cultura 0,52%, destaque para a assinatura de revista com acréscimo de 1,89%. No acumulado do ano este grupo aponta aumento de 4,22%.

- Grupo Saúde: Apresentou deflação de -0,21% ocasionada pela redução de produtos farmacêuticos em -2,83%.

-  Grupo Vestuário: Apurada forte inflação de 4,79% provavelmente devido à chegada de nova estação, renovação de estoques e fim das promoções de inverno. As roupas de mulher tiveram o maior aumento com 8,0% seguido das roupas de homem com 5,92% e por último das roupas de criança com 5,8%. Em termos de acumulado verifica-se que o grupo vestuário está ainda mais barato que em 2009, o que possibilita novos aumentos de preço no ano.

- Grupo Educação: Houve também inflação de 0,06% em razão do acréscimo no preço do material escolar em 1,06%.

5 de outubro de 2010

Inflação em Santos, medida pelo IPC – NESE / Unisanta, volta a subir

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para a cidade de Santos, no mês de setembro, apresentou inflação de 0,77%, percentual que confirma a retomada da inflação depois de um moderado crescimento em agosto e de três meses de deflação. O índice de inflação teve um crescimento muito forte no início do ano, posteriormente a economia se estabilizou ajustando os preços a uma nova realidade de crescimento econômico moderado, agora houve a retomada da inflação em nível mais acelerado. A informação é do Núcleo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos da Universidade Santa Cecília – Unisanta (Nese/Unisanta).


Excetuando transportes e saúde todos os demais grupos apresentaram inflação. De forma específica, é feita a seguir análise detalhada, por grupo, das principais variações apuradas:


 –  Grupo Habitação: Apresentou inflação de 0,69%, devido ao reajuste no subgrupo manutenção do  domicílio em 0,95% destacando-se o reajuste da água e esgoto 6%, artigos de limpeza 1,84%. No subgrupo de equipamentos do domicílio houve também reajustes da ordem de 1,66% constatando-se reajustes de 4,09% nos equipamentos eletroeletrônicos e 4,71% em utilidades domésticas. O grupo habitação tem inflação acumulada de 3,46%.


–  Grupo Alimentação: Após recuo de preços em junho e julho, houve inflação de 1,02% em agosto e agora em setembro sobe a 2,65%. A análise das causas da inflação identificou: produtos industrializados com 3,9%, destacando-se no subgrupo em questão o leite em pó com 2,98%, leite fermentado com 9,18%, queijo mussarela 10,5% e queijo prato 14,78%. Os derivados de carne tiveram acréscimo de 1,77% com destaque para a lingüiça com 9,3% de aumento. Destaque ainda para os panificados com 9,94%, puxado pelo pão Francês, as massas e farinhas. Por fim os produtos semi-elaborados com aumento de 6,89% destacando-se a carne bovina com 11,2% de aumento, carne suína com 21,9% e o frango 8,5%. O aumento foi parcialmente compensado pelos produtos in-natura que tiveram deflação de -1,76%. O índice de inflação acumulado no ano para o grupo alimentação é um dos mais elevados com 7,18%.


– Grupo Transportes: Houve deflação de -0,41%, devido à queda de preço dos veículos em -1,08%.


– Grupo Despesas Pessoais: Constatou-se a inflação de 0,30%. Os itens que mais influenciaram  foram bebidas alcoólicas com 0,6%, bebidas não alcoólicas 0,55% e recreação e cultura 0,52%, destaque para a assinatura de revista com acréscimo de 1,89%. No acumulado do ano este grupo aponta aumento de 4,22%.


– Grupo Saúde: Apresentou deflação de -0,21% ocasionada pela redução de produtos farmacêuticos em -2,83%.


–  Grupo Vestuário: Apurada forte inflação de 4,79% provavelmente devido à chegada de nova estação, renovação de estoques e fim das promoções de inverno. As roupas de mulher tiveram o maior aumento com 8,0% seguido das roupas de homem com 5,92% e por último das roupas de criança com 5,8%. Em termos de acumulado verifica-se que o grupo vestuário está ainda mais barato que em 2009, o que possibilita novos aumentos de preço no ano.


– Grupo Educação: Houve também inflação de 0,06% em razão do acréscimo no preço do material escolar em 1,06%.

Da Redação
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