"Vestir a camisa" e respirar Copa do Mundo. Para o comitê que coordena a candidatura santista a subsede do Mundial, a mobilização popular será determinante para que Santos participe do evento e saia fortalecida do ponto de vista de exposição midiática e, principalmente, no turismo. Desde já, este promete ser um dos principais desafios do município, restando menos de mil dias para a Copa. Afinal, na primeira audiência pública sobre o tema, realizada na última segunda (12) à tarde, no Teatro Guarany, a participação popular não foi das mais marcantes.
Segundo o secretário-executivo do Comitê Santos Pró Copa 2014, Luís Dias Guimarães (foto), os próximos passos incluem palestras em diferentes ambientes e visitas a escolas e agremiações, para impulsionar a almejada mobilização "Isso será uma rotina, com palestras mensais", explica. Para outubro, está prevista uma palestra da coordenadora de Eventos Esportivos da Rede Globo, Regina Celia Araujo.
Coordenadora da Secretaria Executiva do Comitê Paulista da Copa do Mundo, Raquel Verdenacci analisa que a interação popular se dará de forma gradual. "Não se acorda hoje já ansioso para 2014. O envolvimento é um processo, que trata inclusive de massificar às pessoas o orgulho de participar do evento. As pessoas ainda não têm a associação com a Copa porque ela parece distante. Então como agir? Através de campanhas educativas e ações de cidadania, que levem as pessoas a criarem mais vínculo com a Copa", destaca.
Papel
Santos é considerada por Raquel como uma cidade estratégica para o projeto do comitê estadual. "No imaginário do turista, não consta o sonho de ir para São Paulo, um Estado ainda muito vinculado à negócios. Temos um campo enorme para desenvolver, e essa proximidade da Baixada com a Capital traz vantagens. A atmosfera de Copa estará presente já em 2013 e cidades estratégicas como Santos têm papel definitivo para criar esse ambiente, com eventos que contagiem a cidade e façam com que todos se sintam parte da ocasião", afirma.
O discurso de Raquel Verdenacci (foto) acerca do comportamento da Cidade no Mundial, pensando em frutos futuros (leia-se divulgação positiva ao exterior e turismo) é diretamente proporcional à demanda do público do Mundial. "Turista de Copa quer festa. Em Santos, terá o Museu Pelé, que terá grande demanda, como o Museu do Futebol na Capital. Mas quase vai parar por aí. Será importante criar uma agenda de entretenimento, com shows musicais, programações em bares e restaurantes, cardápios especiais. Um cuidado para que não se priorizem produtos que não serão tão consumidos", analisa.
Ao cenário que se desenha, além da interação da população, demanda-se também uma maior capacitação dos profissionais santistas, nas diversas áreas, para que se cative o público. De acordo com Guimarães, estão previstas a realização de cursos de capacitação e requalificação em parceria com as entidades prestadoras de serviço. "Isso se dará nos vários segmentos, como hotelaria, gastronomia, turismo rececptivo, dentre outros. A Prefeitura está estudando mecanismos para oferecer, prioritariamente, aos servidores que lidam diretamente com o público, cursos de inglês e espanhol", informa.
Mobilização popular por Copa do Mundo é um dos desafios em Santos
“Vestir a camisa” e respirar Copa do Mundo. Para o comitê que coordena a candidatura santista a subsede do Mundial, a mobilização popular será determinante para que Santos participe do evento e saia fortalecida do ponto de vista de exposição midiática e, principalmente, no turismo. Desde já, este promete ser um dos principais desafios do município, restando menos de mil dias para a Copa. Afinal, na primeira audiência pública sobre o tema, realizada na última segunda (12) à tarde, no Teatro Guarany, a participação popular não foi das mais marcantes.
Segundo o secretário-executivo do Comitê Santos Pró Copa 2014, Luís Dias Guimarães (foto), os próximos passos incluem palestras em diferentes ambientes e visitas a escolas e agremiações, para impulsionar a almejada mobilização “Isso será uma rotina, com palestras mensais”, explica. Para outubro, está prevista uma palestra da coordenadora de Eventos Esportivos da Rede Globo, Regina Celia Araujo.
Coordenadora da Secretaria Executiva do Comitê Paulista da Copa do Mundo, Raquel Verdenacci analisa que a interação popular se dará de forma gradual. “Não se acorda hoje já ansioso para 2014. O envolvimento é um processo, que trata inclusive de massificar às pessoas o orgulho de participar do evento. As pessoas ainda não têm a associação com a Copa porque ela parece distante. Então como agir? Através de campanhas educativas e ações de cidadania, que levem as pessoas a criarem mais vínculo com a Copa”, destaca.
Papel
Santos é considerada por Raquel como uma cidade estratégica para o projeto do comitê estadual. “No imaginário do turista, não consta o sonho de ir para São Paulo, um Estado ainda muito vinculado à negócios. Temos um campo enorme para desenvolver, e essa proximidade da Baixada com a Capital traz vantagens. A atmosfera de Copa estará presente já em 2013 e cidades estratégicas como Santos têm papel definitivo para criar esse ambiente, com eventos que contagiem a cidade e façam com que todos se sintam parte da ocasião”, afirma.
O discurso de Raquel Verdenacci (foto) acerca do comportamento da Cidade no Mundial, pensando em frutos futuros (leia-se divulgação positiva ao exterior e turismo) é diretamente proporcional à demanda do público do Mundial. “Turista de Copa quer festa. Em Santos, terá o Museu Pelé, que terá grande demanda, como o Museu do Futebol na Capital. Mas quase vai parar por aí. Será importante criar uma agenda de entretenimento, com shows musicais, programações em bares e restaurantes, cardápios especiais. Um cuidado para que não se priorizem produtos que não serão tão consumidos”, analisa.
Ao cenário que se desenha, além da interação da população, demanda-se também uma maior capacitação dos profissionais santistas, nas diversas áreas, para que se cative o público. De acordo com Guimarães, estão previstas a realização de cursos de capacitação e requalificação em parceria com as entidades prestadoras de serviço. “Isso se dará nos vários segmentos, como hotelaria, gastronomia, turismo rececptivo, dentre outros. A Prefeitura está estudando mecanismos para oferecer, prioritariamente, aos servidores que lidam diretamente com o público, cursos de inglês e espanhol”, informa.