Ao optar pelo curso de Comunicação Social, muitos entram com o objetivo altruísta de contribuir com a sociedade, com grandes reportagens. Postura que, muitas vezes, muda ao longo do curso e que tende a se apagar ao ingressar no mercado de trabalho.
Este cenário, porém, pode ser diferente para três estudantes de Jornalismo da Universidade Santa Cecília que optaram por - ainda nos bancos universitários (estão no segundo ano) - expandir e sair dos limites de Santos para captar - por meio de imagens e reportagens - o que acontece atualmente em Brasiléia, no Acre.
"Estava procurando mais do que simplesmente sair pela Cidade fazendo registros fotográficos. Estava inquieto, sentindo a necessidade de ir além. Um dia lendo notícias na internet, me deparei com a realidade dos haitianos em Brasiléia, no Acre. Foi então que surgiu a ideia de fazer um trabalho de fotojornalismo no local", explica o idealizador do projeto Matheus José Maria.
Com a ideia em mente, Matheus conseguiu o apoio de dois colegas de classe que abraçaram o projeto, Vinícius Kepe e Jéssica Alves. A viagem do trio já está marcada - e com passagens compradas - para acontecer de 4 a 22 de dezembro.
A intenção é que, por meio de fotos e reportagens, a ideia se transforme em um livro, descrevendo em detalhes a atual situação dos haitianos que formam um campo de refugiados em Brasiléia e a interferência social e cultural dos imigrantes nesta pequena cidade acreana.
Para se ter ideia, o município recebe a cada dia cerca de 50 novos imigrantes haitianos refugiados do terremoto ocorrido em janeiro de 2010, que destruiu o Haiti. Atualmente cerca de 500 pessoas vivem, como mostram algumas reportagens, em um galpão, com capacidade para apenas 200 pessoas, sem qualquer tipo de infraestrutura.
Apoio
Na última quinta-feira (31), o trio conseguiu apoio da Unisanta, após reunião com a presidência da instituição, que garantiu-lhes suporte financeiro. De acordo com Matheus, além de custear parte do projeto e ajudar a viabilizá-lo, ter o apoio da universidade é importante, pois mostra que ela se importa com os alunos e acredita no potencial dos projetos desenvolvidos por eles.
O grupo também criou uma conta no catarse (catarse.me/pt/haitianosnoacre) para conseguir apoiadores para o projeto. Até sexta-feira (1), o projeto já contava com 10 apoiadores e R$770. O valor total total a ser arrecadado é de R$10 mil e a campanha prosseguirá até o dia 26 de novembro.
Assista o vídeo, que apresenta o projeto:
Ao optar pelo curso de Comunicação Social, muitos entram com o objetivo altruísta de contribuir com a sociedade, com grandes reportagens. Postura que, muitas vezes, muda ao longo do curso e que tende a se apagar ao ingressar no mercado de trabalho.
Este cenário, porém, pode ser diferente para três estudantes de Jornalismo da Universidade Santa Cecília que optaram por – ainda nos bancos universitários (estão no segundo ano) – expandir e sair dos limites de Santos para captar – por meio de imagens e reportagens – o que acontece atualmente em Brasiléia, no Acre.
“Estava procurando mais do que simplesmente sair pela Cidade fazendo registros fotográficos. Estava inquieto, sentindo a necessidade de ir além. Um dia lendo notícias na internet, me deparei com a realidade dos haitianos em Brasiléia, no Acre. Foi então que surgiu a ideia de fazer um trabalho de fotojornalismo no local”, explica o idealizador do projeto Matheus José Maria.
Com a ideia em mente, Matheus conseguiu o apoio de dois colegas de classe que abraçaram o projeto, Vinícius Kepe e Jéssica Alves. A viagem do trio já está marcada – e com passagens compradas – para acontecer de 4 a 22 de dezembro.
A intenção é que, por meio de fotos e reportagens, a ideia se transforme em um livro, descrevendo em detalhes a atual situação dos haitianos que formam um campo de refugiados em Brasiléia e a interferência social e cultural dos imigrantes nesta pequena cidade acreana.
Para se ter ideia, o município recebe a cada dia cerca de 50 novos imigrantes haitianos refugiados do terremoto ocorrido em janeiro de 2010, que destruiu o Haiti. Atualmente cerca de 500 pessoas vivem, como mostram algumas reportagens, em um galpão, com capacidade para apenas 200 pessoas, sem qualquer tipo de infraestrutura.
Apoio
Na última quinta-feira (31), o trio conseguiu apoio da Unisanta, após reunião com a presidência da instituição, que garantiu-lhes suporte financeiro. De acordo com Matheus, além de custear parte do projeto e ajudar a viabilizá-lo, ter o apoio da universidade é importante, pois mostra que ela se importa com os alunos e acredita no potencial dos projetos desenvolvidos por eles.
O grupo também criou uma conta no catarse (catarse.me/pt/haitianosnoacre) para conseguir apoiadores para o projeto. Até sexta-feira (1), o projeto já contava com 10 apoiadores e R$770. O valor total total a ser arrecadado é de R$10 mil e a campanha prosseguirá até o dia 26 de novembro.
Assista o vídeo, que apresenta o projeto: