Um dos principais artífices da votação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, o também afastado presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), teve que ficar distante da posse do seu líder de partido, Michel Temer. Retirado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal em razão de suspeitas de enriquecimento ilícito dentro da Operação Lava-Jato, Cunha é o tipo de personagem a qual Temer não gostaria de ser fotografado ao seu lado neste momento histórico.
Fora do baile II
Com as benesses garantidas pela Mesa da Câmara, como salário integral de R$ 33,7 mil, a permanecer na residência oficial, além de R$ 92 mil para pagamento de salário de assessores, segurança pessoal e outros benefícios, Cunha aguarda atento aos passos de Temer. Certamente, não gostou de ver seu atual desafeto, deputado Leonardo Picciani, que o havia derrotado nas eleições para a escolha da liderança da bancada do PMDB no Congresso em fevereiro, se tornar ministro dos Esportes, ainda mais às vésperas das Olimpíadas. Se ele se sentir preterido, pode virar um homem-bomba em Brasília.
Dentro do baile
Diante da ausência de Cunha e do vice atrapalhado Waldir Maranhão (PP), quem tem se aproveitado dos flashes da mídia é o deputado Beto Mansur (PRB), atual primeiro secretário da Câmara. Estava no Palácio do Jaburu, residência oficial do atual presidente, quando Temer foi comunicado oficialmente da posse, e durante o seu primeiro pronunciamento à Imprensa.
Vendendo bens
Para diminuir seu passivo, superior a R$ 300 milhões, o presidente da Prodesan, Odair Gonzalez, quer vender para a Prefeitura três imóveis: a Estação Rodoviária e dois terrenos: na Rua Visconde de Embaré e na Jovino de Melo. Ele calcula que os bens valham R$ 40 milhões, o que eliminaria em quase 80% a dívida que a Prodesan tem com a prefeitura santista, sua principal acionista.
Homenagem
Por R$ 162.944,95, a empresa Delchi Migotto Filho vai construir o monumento em homenagem a José Ely de Miranda, o Zito, a ser erguido na Rua Princesa Isabel, em frente ao estádio Urbano Caldeira.
Sem óbices legais
Com base em nota publicada na semana passada, baseada em informações divulgadas no Diário Oficial, o suplente de vereador Bruno Orlandi (PSDB) esclarece que não trocou de cargo, permanecendo como Chefe do Departamento de Cidadania. E reafirma que não há óbices legais para tentar novamente a vereança em razão do cargo ocupado na Administração. Orlandi se coloca à disposição do partido para decidir em conjunto se sairá ou não candidato nas eleições deste ano.
Não é bem assim
A Secretaria de Segurança Pública rebateu as críticas feitas pelo diretor da Transvip Brasil, Marcos Guilherme Cunha, em artigo publicado neste jornal há duas semanas. Para o órgão, houve uma redução em 9,3% no roubo de cargas neste primeiro trimestre de 2016 em comparação ao mesmo período do ano passado. O órgão também destaca as ações desenvolvidas pela pasta para diminuir ainda mais tais indicadores.
Risco de mortes
Com o fim do contrato da CET com a empresa Splice, praticamente todos os equipamentos foram retirados, inclusive as lombas eletrônicas. A previsão é que a instalação comece em até dois meses pela nova vencedora da concorrência.
Risco de mortes II
Alguns dados disponíveis no portal Infosiga, do governo paulista, revelam que em 2015 morreram 56 pessoas vítimas de acidentes de trânsito, com média de 13,2/100 mil habitantes, proporção acima da Capital.
Risco de mortes III
As maiores vítimas são jovens (foram 14 em 2015) até 24 anos. E no outro extremo, nove idosos acima de 80 morreram atropeladas. Proporcionalmente, Santos tem o maior volume de vítimas fatais nesta faixa etária entre os 645 municípios paulistas e o segundo lugar em números absolutos.
Risco de mortes III
Assim, fica o alerta para que a ausência temporária dos equipamentos não estimule os abusos. Afinal, apenas no primeiro trimestre deste ano já morreram 14 pessoas nas ruas da Cidade, 133% a mais que no mesmo período de 2015, quando foram registradas seis mortes.
Advogados
O Conselho Federal da OAB define nesta segunda (16) o futuro da subseção santista, sob intervenção há um mês, em razão da conturbada eleição de 2015.
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