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21 DE DEZEMBRO DE 2015

Malabarismo econômico

Por: Da Redação

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O brasileiro atualmente só fala em crise! Foi essa a frase que ouvi de um senhor num bate-papo, com outras pessoas em uma praça de Santos. Hoje, a grande maioria da população está preocupada com a economia nacional e o futuro do País.

Isso porque, esses períodos de “apertos do cinto” provocam várias situações desagradáveis e ruins, que futuramente poderão atingir o nosso cotidiano, como o desemprego, o endividamento, a queda da renda, a falência e outros problemas.

Boa parte dos economistas e analistas de mercado é taxativa: a tormenta que assola a economia brasileira deve piorar em 2016 e a luz no fim do túnel pode estar mais distante do que se imagina no momento. E, para piorar, o clima político desandou definitivamente, aumentando ainda mais o rombo nas contas públicas.

Cenário
O Brasil está passando por um processo de estagflação. Trata-se de uma combinação de atividade econômica em recessão com inflação em alta.Nessa situação, o desemprego cresce e a renda cai acentuadamente, em razão da freada do consumo e dos investimentos.

A inflação acumulada nos ultimos 12 meses atingiu o patamar de 10,48%, refletindo o desastre da nova matriz econômica de Dilma Rousseff, que, agora, só tem um objetivo: salvar seu mandato. Além disso, teremos uma retração do PIB de 3,5% em 2015, prometendo nova queda na economia de 2,5% para 2016.

As crises econômicas também podem servir de grande aprendizado, principalmente seguindo certas sugestões de especialistas, pois se estivermos conscientes dos “momentos duros”, poderemos sair deles ainda mais fortes. Então, aí vão algumas dicas:

Dicas
Reduza o limite do cartão de crédito, para não cair na tentação do endividamento e não entre no cheque especial (se for possível, cancele tal operação financeira). Tente fazer empréstimos pessoais com juros reduzidos, de preferência no crédito consignado, já descontado em folha de pagamento;

– Compre apenas o necessário para o consumo familiar. Apesar do Brasil apresentar uma inflação de dois dígitos ao ano, não é conveniente estocar alimentos, pois não estamos no processo de hiperinflação da decada de 1980 e, atualmente, as mercadorias têm prazo de validade. É aconselhável também não levar crianças para compras em supermercado, porque elas adoram gastar demais.

– Peça descontos no pagamento à vista. É o mais indicado, pois evita juros embutidos. Por isso, deve-se juntar antes o dinheiro para quitar a despesa no ato da compra.

– Antecipe prazos e negocie descontos para reduzir as despesas em 2016, como no pagamento adiantado da matrícula escolar e de suas parcelas mensais.
De olho no equilíbrio de suas finanças pessoais, seu bolso vai agradecer e você conseguirá sair ileso deste período turbulento.

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