Sociedade do conhecimento | Boqnews

Opiniões

08 DE JUNHO DE 2015

Sociedade do conhecimento

Por: Da Redação

array(1) {
  ["tipo"]=>
  int(27)
}

“Amanhã está toda a esperança, por menor que pareça
O que existe é pra vicejar, amanhã apesar de hoje
Será estrada que surge pra se trilhar”

Os trechos acima são da canção Amanhã, do músico e compositor Guilherme Arantes, e manifesta o sentimento de que não se pode desistir, pois, no futuro, tudo será melhor. Essa música, além de servir de comparação com os problemas econômicos e políticos, pelos quais passamos hoje, também serve de motivação para que o amanhã seja de prosperidade.

O atual cenário econômico nada animador do País, agravado pela grave crise política, que atravessamos, nos dá a sensação de que, dessa vez, chegamos ao fundo do poço. O Brasil já enfrentou e superou muitas crises e, mais cedo ou mais tarde, também vencerá este momento difícil.

Modelo
Mas, a melhor forma de enfrentar a presente situação, é, certamente, pela educação, o maior patrimônio de uma nação. Por mais que estudemos, sempre será pouco para alcançarmos os nossos objetivos. Isso porque, o homem está em constante aprendizado. O ensino, enfim, é fundamental para qualquer mudança social de uma nação.

Exemplo disso foi a Coreia do Sul, onde o desenvolvimento da educação foi responsável pelo seu rápido crescimento econômico. A dianteira educacional asiática foi consolidada, segundo especialistas, graças a maciços investimentos na formação dos professores e em material de apoio, bem como na melhoria da estrutura e funcionamento das escolas – combinado com a cultura asiática de disciplina e valorização do ensino.

A acelerada revolução tecnológica promove transformações radicais em todo o sistema econômico mundial, com inovações na área produtiva, que exigem um trabalhador com bom aprendizado técnico, para ser competitivo num planeta globalizado.

Qualificação
Segundo pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), na média dos países mais ricos, o índice de pessoas que passam pela educação profissional é de 46%, quase o dobro do registrado no Brasil.

Para se ter uma ideia, na Finlândia, 80% dos jovens que concluem o Ensino Médio optam por um curso de educação profissionalizante, chamada de educação vocacional, e não seguem para a universidade.

Eles ainda podem escolher mais uma especialização, depois de três anos, e uma espécie de mestrado, após cinco anos da conclusão do aprendizado técnico. O ensino lá é público.

Entretanto, um jovem brasileiro, que sai do ciclo médio, tem normalmente pouca preparação teórica e prática para o mercado de trabalho. O Brasil perde duas vezes com essa realidade, já que ele demora mais tempo para se firmar na sua área de atuação e o setor produtivo sofre com a escassez de profissionais qualificados.

Num mundo em que o conhecimento ganha, cada vez mais, importância, cabe, portanto, aos colégios públicos e privados promoverem as verdadeiras reformas educacionais e construir um ‘amanhã’ de futuras gerações produtivas e transformadoras desse País.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias relacionadas

ENFOQUE JORNAL E EDITORA © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

desenvolvido por:
Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Cookies.