Tempo de Carnaval | Boqnews

Ponto de vista

Tempo de Carnaval
Tanto riso, tanta alegria.. Mais de mil palhaços no salão...

Para os que tem menos de 50 anos talvez esse trecho de música não signifique nada, mas para maioria dos maduros traz uma recordação agradável e às vezes melancólica de tempos em que diversão e ultrapassar limites, tinham além de alguns excessos, tais como lança perfume, tomar café de manhã na padaria e alguns desarranjos alcoólicos um frisson, uma emoção de viver o novo e isso era o suficiente para deixar recordações e esperanças de novos momentos bons.

Freud já dizia que um festival era necessário, permitido e obrigatório, a ruptura com a proibição tem seu papel na formação de uma psique saudável.

De modo algum quero fazer o discurso de que o mundo mudou e os tempos passados eram os melhores, mas as pessoas mudaram e a anestesia emocional precisa de altas doses de energéticos para acordá-la.
Ganhamos por um lado, onde os preconceitos e as liberdades pessoais estão sendo mais respeitados e por outro, perdas, pelos excessos que põem em risco tantas vidas e muitos sonhos.

Em meio ao reinante caos de nossos tempos, mal percebemos o quanto depende de nós fazer com que haja sempre qualidade em nossa existência em todos os aspectos e momentos da nossa vida.

É reconhecida a necessidade que o mundo hodierno traz de momentos de menos tensão e mais liberdade pois os espíritos estão fatigados por tudo que há de constrangedor no trabalho e na vida cotidiana portanto aproveitemos a oportunidade para refazer e fortificar essa conexão com a vida e a liberdade que uma festa ou um feriado permite.

Nessa semana precedendo o Carnaval, eu gostaria de falar mais especificamente do sexo seguro.

Além da segurança da camisinha, enfatizar o sexo seguro de que a vivência e  experiência tenham um quê de emoção e afeto.Lembram-se do trecho da música do início desse artigo?

Muito cuidado ao cantarem em seu lugar..extravasa..libera ..e joga tudo para o ar....
27 de fevereiro de 2014

Tempo de Carnaval

Tanto riso, tanta alegria.. Mais de mil palhaços no salão…
Para os que tem menos de 50 anos talvez esse trecho de música não signifique nada, mas para maioria dos maduros traz uma recordação agradável e às vezes melancólica de tempos em que diversão e ultrapassar limites, tinham além de alguns excessos, tais como lança perfume, tomar café de manhã na padaria e alguns desarranjos alcoólicos um frisson, uma emoção de viver o novo e isso era o suficiente para deixar recordações e esperanças de novos momentos bons.
Freud já dizia que um festival era necessário, permitido e obrigatório, a ruptura com a proibição tem seu papel na formação de uma psique saudável.
De modo algum quero fazer o discurso de que o mundo mudou e os tempos passados eram os melhores, mas as pessoas mudaram e a anestesia emocional precisa de altas doses de energéticos para acordá-la.
Ganhamos por um lado, onde os preconceitos e as liberdades pessoais estão sendo mais respeitados e por outro, perdas, pelos excessos que põem em risco tantas vidas e muitos sonhos.
Em meio ao reinante caos de nossos tempos, mal percebemos o quanto depende de nós fazer com que haja sempre qualidade em nossa existência em todos os aspectos e momentos da nossa vida.
É reconhecida a necessidade que o mundo hodierno traz de momentos de menos tensão e mais liberdade pois os espíritos estão fatigados por tudo que há de constrangedor no trabalho e na vida cotidiana portanto aproveitemos a oportunidade para refazer e fortificar essa conexão com a vida e a liberdade que uma festa ou um feriado permite.
Nessa semana precedendo o Carnaval, eu gostaria de falar mais especificamente do sexo seguro.
Além da segurança da camisinha, enfatizar o sexo seguro de que a vivência e  experiência tenham um quê de emoção e afeto.Lembram-se do trecho da música do início desse artigo?
Muito cuidado ao cantarem em seu lugar..extravasa..libera ..e joga tudo para o ar….
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