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16 DE MARÇO DE 2016

Vai de táxi?

Por: Da Redação

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Na hora de viajar, os táxis estão entre os meios de transporte mais seguros e utilizados pelos viajantes. Não há quem não conheça ou lembre de ter visto ao menos uma vez, por exemplo, o icônico yellow cab, símbolo turístico de Nova York, identificado mundialmente por sua cor amarelo “ovo”, e famoso em filmes americanos, como o blockbuster Taxi Driver, de 1976.

Atualmente, mais de 13 mil “amarelinhos” circulam pelas ruas de Nova York, servindo nova-iorquinos e turistas. E aqui, vale algumas dicas: é bom lembrar que a maioria deles só aceitam transportar de 3 até 4 passageiros.

É legal utilizá-lo para distâncias curtas, mesmo sendo um pouco mais caros que o metrô. No caso, só não compensam, em horários de pico (entre 7h30 e 9h ou entre 17h30 e 19h), onde o trânsito parado pode elevar e muito o preço da corrida, e caso esteja sozinho, sua conta pode sair bem salgada.

Falando de táxis pelo mundo, em Buenos Aires, é bom atentar para algumas recomendações de quem já esteve por lá, usufruindo do serviço: para sair do aeroporto utilize apenas táxis da empresa credenciada; leve sempre dinheiro trocado: notas de 10 ou 20 pesos, além de outra moeda.

Evite usar uma nota de 100 pesos para pagar a corrida – você pode ser ludibriado quando o motorista pegá-la, alegando ter recebido uma de 10 pesos, ou devolvendo para você, dizendo não ter troco, e lhe entregando uma nota falsa no lugar da sua. À noite, dê preferência aos rádio-táxis.

No Rio de Janeiro, também existem algumas regras, que merecem ser seguidas: aqui, da mesma forma, é preferível pegar os táxis credenciados. Geralmente para saídas de aeroportos ou rodoviárias, eles costumam cobrar um preço fechado.

Demonstre que você sabe mais ou menos a distância a ser percorrida. Muitas vezes é melhor pedir para ligar o taxímetro. Paradas, retorno, bagagens – a Secretaria Municipal de Transportes possui uma tabela específica para essas cobranças. Fique de olho.

Em Salvador, por exemplo, a maioria dos taxistas além de aceitar apenas dinheiro, cobram um preço determinado, acertado entre eles para certos trajetos. Uma corrida do aeroporto até o centro, no caso, sai em torno de R$ 90 a 100 reais, e nem adianta pesquisar um mais barato.

Já em Marrocos, você entra no táxi e o motorista já cobra adiantado. O problema é que quando você chega ao destino, ele cobra novamente. Porém, é preciso muito cuidado – no meu caso, tivemos as portas trancadas pelo condutor e, apreensivas, acabamos pagando em dobro para sair do carro. Mas, não vamos generalizar! Existem muitos motoristas honestos e gentis, que são capazes de devolver pertences esquecidos no carro, como me aconteceu certa vez, quando peguei um taxi em São Paulo e deixei minha carteira no banco; recebendo-a dias depois, via sedex. Vai de táxi?

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