Participação feminina na canoa havaiana ganha homenagem no Festival Ka.Ora
A participação feminina na canoa havaiana será destaque no Festival Ka.Ora, que promove uma homenagem especial às participantes do Projeto Ka.Ora. A iniciativa atende mulheres com histórico de câncer de mama e utiliza o esporte como ferramenta de reabilitação.
Além disso, o evento reunirá equipes femininas de diferentes bases de Santos. A proposta é promover a integração entre as praticantes da modalidade e valorizar a participação das mulheres na canoa havaiana.
Categoria Wahine reúne mulheres na canoa havaiana
Um dos destaques do Festival Ka.Ora será a categoria Wahine, destinada a mulheres, remadoras e simpatizantes da causa. As equipes participantes também terão a oportunidade de prestigiar as integrantes do Projeto Ka.Ora.
A iniciativa conta com o apoio da Liga Santista de Va’a, que reúne diferentes bases da modalidade em Santos. Dessa forma, as equipes femininas poderão participar da categoria Wahine e, ao mesmo tempo, conhecer e prestigiar o trabalho desenvolvido pelo projeto.
A ação busca aproximar diferentes grupos que fazem parte da cena da canoa havaiana em Santos. Também reforça o papel do esporte na promoção da saúde, do bem-estar e da integração social.
Projeto Ka.Ora usa a canoa havaiana na reabilitação
Para Fábio Paiva, fundador da ABRACHA e idealizador do Projeto Ka.Ora, a iniciativa representa mais do que uma ação pontual.
“Para mim, o Projeto Ka.Ora se tornou uma missão”, afirma.
Criado por Paiva e desenvolvido pela Associação Brasileira de Canoas Havaianas (ABRACHA), o projeto tem entre suas principais frentes a utilização da canoa havaiana na reabilitação de mulheres com histórico de câncer de mama.
O Festival Ka.Ora integra as iniciativas relacionadas ao projeto e é realizado anualmente em Santos.
Sobre o Projeto Ka.Ora
O Projeto Ka.Ora é uma iniciativa gratuita da Associação Brasileira de Canoas Havaianas (ABRACHA), com sede em Santos (SP). O projeto é voltado à reabilitação de mulheres diagnosticadas com câncer de mama.
Há dez anos, a iniciativa utiliza a canoa havaiana como ferramenta terapêutica. O objetivo é contribuir para a recuperação física, emocional, cognitiva e social das participantes durante o tratamento ou na fase de remissão da doença.
Atualmente, o projeto atende mais de 110 mulheres da Baixada Santista. Para isso, conta com uma equipe multidisciplinar formada por médicos, psicólogas, nutricionistas, fisioterapeutas e educadores físicos.
Além da canoa havaiana, as participantes têm acesso a atividades como ginástica, remo indoor, remo outdoor, yoga, dança e música. As ações contribuem para a qualidade de vida, o bem-estar e a integração das participantes.