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Dança

Balé Jovem de São Vicente conquista sete premiações na Alemanha

Foram três conquistas e mais dois segundos e terceiros lugares

20 de fevereiro de 2020 - 16:00

Da Redação

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O Balé Jovem de São Vicente, mais uma vez, encantou e brilhou no exterior. A escola disputou o 17º Tanzolymp, em Berlim, Alemanha.

Após 23 apresentações, divididas por 13 categorias, o grupo conquistou sete premiações, sendo três primeiros lugares, duas segundas e outras duas terceiras posições.

O destaque da delegação vicentina foi Andrey Jesus. Ele venceu com variação de repertório e com o solo moderno “Darwin”. As exibições lhe renderam cinco bolsas de estudo.

Posteriormente, o terceiro triunfo vicentino na competição foi obtida por Pedro Fernandes, com o solo Alento.

Pedro também trouxe uma prata. Foi no Duo Livre – Lembranças de Nós, apresentação na qual teve a companhia de Beatriz Correa. Aliás, esta bailarina ganhou uma bolsa de estudos canadense.

O outro segundo lugar ganho pela escola veio no conjunto clássico – Visão. Quem venceu foram os russos.

Resultados

O grupo também contou com a colaboração da bailarina Alicia Silvano para subir ao pódio. Ao lado de Andrey Jesus, ela ganhou o bronze com Pas de Deux de Coppelia.

No individual, a garota ficou em terceiro com o solo Ponto de Luz.

A diretora Geyssa Alencar celebra os resultados. “Foi fantástico! Estamos muito felizes com todas as performances que tivemos no palco.

São todos muito novos e já encararam esse desafio como profissionais”, diz, ressaltando que dos 33 bailarinos que foram à Alemanha, a mais nova tem 8 anos, e o mais velho, 20.

Geyssa, que tem Sabrina Olimpio como companheira de direção do Balé Jovem, também cita a importância dos seus “comandados” interagirem com pessoas de outros países que também fazem parte do mundo da dança.

“O intercâmbio com outra cultura, com bailarinos de outros países, é muito importante.

Ver como a dança está, como são os corpos de quem dança, a postura.Tudo isso, com certeza, vai transformar o futuro desses 33 jovens que sonham em ser bailarinos profissionais”.

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