Com uma voz poderosa e emocionante, a cantora Tina Tuner faleceu hoje, na Suíça.
A cantora conquistou uma legião de fãs em todo o mundo ao longo de sua carreira de mais de seis décadas.
Carreira solo, aliás, iniciada aos 45 anos, após dupla com seu ex-marido Ike Turner, a qual ela relatou décadas depois que foi vítima de violência doméstica.
Tina começou a cantar em pequenos clubes de sua cidade natal, Memphis, no Tennessee, antes de ser descoberta por um produtor musical que a levou para Nova York.
Tina se destacou nas paradas de sucesso com seus hits “Proud Mary”, “What’s Love Got to Do with It” e “Simply the Best”, entre outros clássicos.
Dessa forma, ela se tornou uma das maiores artistas da história da música.
Dessa forma, ganhou inúmeros prêmios e honrarias, incluindo 12 Grammys e uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Além de sua música, Tina Turner também foi um ícone da moda e do estilo, com sua famosa cabeleira selvagem e suas roupas extravagantes.
Assim, inspirou uma geração de artistas e sempre foi uma defensora dos direitos das mulheres e da igualdade racial.
O meio musical ficou chocado com a morte da cantora que será profundamente lembrada e saudada pelo legado que deixou na história da música e na cultura popular.
Em São Paulo, o MIS está com uma mostra fotográfica sobre a história da cantora e atriz, trabalhando em filmes como Mad Max, com o clássico We don’t need another hero
Entre os clássicos, The Best, que saudou o piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, a quem ela se auto-intitulava fã.
Confira alguns clássicos da cantora
Leia mais
# Exposição fotográfica mostra a obra de Tina Turner