Chapa 1 vence eleição na Unimed Santos com 571 votos e reelege Claudino Guerra
Pelo menos 949 cooperadores participaram da eleição da nova diretoria da Unimed Santos, ocorrida na segunda e terça.
Assim, por 571 votos, a chapa 1, liderada pelo atual presidente Claudino Guerra Zenaide, venceu a chapa de oposição, liderada pelo médico Marcello Colombo, que obteve 372 sufrágios.
Outros seis cooperados votaram nulo.
Em abril de 2016, Guerra assumiu a presidência da Unimed Santos, em razão do inesperado falecimento do então presidente.
Dois anos depois, em 2018, candidatou-se a presidente e foi reeleito, em chapa única, em 2022.
Após décadas com apenas uma candidatura, a eleição deste ano contou com duas chapas.
O mandato da atual gestão é de quatro anos, com término em março de 2030, portanto.
A nova chapa trará uma novidade ao longo dos 58 anos da história da Unimed Santos, a primeira cooperativa médica do País: uma mulher em sua diretoria.
Caso da médica Maria Heloíza Torres Ventura Wey.
Atualmente, são 526 médicas cooperadas, totalizando 1/3 do total de profissionais que compõem a Unimed Santos.
Já entre os colaboradores, elas representam 75%, ocupando cargos de decisão, como gerente, gestoras e coordenadora.
Planos
“Mais do que uma prestação de contas, a expressão da nossa responsabilidade, firmeza e compromisso com o futuro da Unimed Santos”, declarou o médico reeeleito.
“No centro das nossas propostas está o compromisso de elevar a experiência dos nossos beneficiários e garantir a valorização dos médicos cooperados”, explicou Guerra
Assim, ele enfatizou realizações ocorridas em sua gestão, como a entrega do Centro Médico de Santos em 2021 – em plena pandemia da Covid 19.
Além disso, no último dia 10 de março, houve a inauguração de um Hub de Inovação em Saúde, no Parque Tecnológico de Santos.
“Buscaremos a evolução de tudo o que conquistamos nos últimos anos. As metas traduzem os próximos passos do planejamento estratégico, que elaboramos, e vínhamos aplicando rigorosamente, com a consultoria da Fundação Dom Cabral”, enfatizou.
Guerra lembrou que os cooperados aprovaram todas as peças contábeis da diretoria ao término do mandato, na votação em aberto ocorrida após a apresentação do balanço.
A auditoria independente KPMG apresentou seu parecer e recomendou a aprovação das contas, sem ressalvas.
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