As 492 imobiliárias pesquisadas pelo CRECISP alugaram em fevereiro 1.054 imóveis, 23,37% a mais que em janeiro. O índice de locação subiu de 1,7365 em janeiro para 2,1423 em fevereiro. Nesses novos contratos, a preferência recaiu sobre os apartamentos, que somaram 55,41% do total de contratos formalizados. As casas ficaram com os restantes 44,59%. A maioria dos imóveis alugados em fevereiro na Capital - 51,23% dos novos contratos - situou-se na faixa de até R$800,00.
A média geral dos aluguéis em fevereiro caiu 5,4% em relação a janeiro, mês em que a pesquisa CRECISP também registrara queda de 2,94%. Em 31 tipos de casas e apartamentos cujos valores médios efetivos de locação foram apurados pela pesquisa, 12 foram superiores aos de janeiro e 19, inferiores.
O aluguel que mais aumentou em fevereiro foi o de casas localizadas em bairros da Zona A, como Jardim Paulista, Ibirapuera, Moema, Morro dos Ingleses e Perdizes. As casas de 3 dormitórios nesses bairros eram alugadas em média por R$ 2.000,00 em janeiro, valor que subiu para R$ 2.600,00 em fevereiro - alta de 30%. A maior baixa, de 35,47%, ocorreu com os apartamentos de 3 dormitórios situados em bairros da Zona D - eram alugados em média por R$1.694,74 em janeiro e em fevereiro por R$1.093,57.
As novas locações de fevereiro se distribuíram da seguinte forma entre as cinco zonas de valor da pesquisa Creci: Zona D (31,02%), Zona C (22,30%), Zona B (20,78%), Zona E (9,29%) e Zona A (16,60%).
Fiador é a garantia mais utilizada
Assim como tem sido nos últimos meses, o fiador ocupou a primeira posição no ranking de opções de garantia, presente em 45,54% dos novos contratos. Foi seguido pelo seguro de fiança (28,94%), depósito de valor equivalente a três meses do aluguel (24,86%), as locações sem garantias (0,28%), a caução de imóveis (0,19%) e a cessão fiduciária (0,19%).
As 492 imobiliárias que o CRECISP consultou em fevereiro declararam ter recebido de volta 491 imóveis, o equivalente a 46,58% do total de novas locações - percentual 21,66% inferior aos 56,67% apurados em janeiro. A maioria das devoluções se fez por motivos financeiros (52,14%), ficando os outros motivos com 47,86% do total.
O índice de inadimplência em fevereiro foi de 3,72%, inferior em 6,06% ao percentual de 3,96% apurado em janeiro.
O número de ações propostas nos Fóruns da Capital em fevereiro subiu 63,48% em relação a janeiro. Todos os tipos de ações registraram alta: ações consignatórias (6,25%); renovatórias do valor do aluguel (17,24%); ações de rito sumário (66,84%); falta de pagamento (61,47%); ações de rito ordinário (54,7%).
Aluguel médio cai 5,4% em fevereiro e imobiliárias alugam 23,37% a mais
As 492 imobiliárias pesquisadas pelo CRECISP alugaram em fevereiro 1.054 imóveis, 23,37% a mais que em janeiro. O índice de locação subiu de 1,7365 em janeiro para 2,1423 em fevereiro. Nesses novos contratos, a preferência recaiu sobre os apartamentos, que somaram 55,41% do total de contratos formalizados. As casas ficaram com os restantes 44,59%. A maioria dos imóveis alugados em fevereiro na Capital – 51,23% dos novos contratos – situou-se na faixa de até R$800,00.
A média geral dos aluguéis em fevereiro caiu 5,4% em relação a janeiro, mês em que a pesquisa CRECISP também registrara queda de 2,94%. Em 31 tipos de casas e apartamentos cujos valores médios efetivos de locação foram apurados pela pesquisa, 12 foram superiores aos de janeiro e 19, inferiores.
O aluguel que mais aumentou em fevereiro foi o de casas localizadas em bairros da Zona A, como Jardim Paulista, Ibirapuera, Moema, Morro dos Ingleses e Perdizes. As casas de 3 dormitórios nesses bairros eram alugadas em média por R$ 2.000,00 em janeiro, valor que subiu para R$ 2.600,00 em fevereiro – alta de 30%. A maior baixa, de 35,47%, ocorreu com os apartamentos de 3 dormitórios situados em bairros da Zona D – eram alugados em média por R$1.694,74 em janeiro e em fevereiro por R$1.093,57.
As novas locações de fevereiro se distribuíram da seguinte forma entre as cinco zonas de valor da pesquisa Creci: Zona D (31,02%), Zona C (22,30%), Zona B (20,78%), Zona E (9,29%) e Zona A (16,60%).
Fiador é a garantia mais utilizada
Assim como tem sido nos últimos meses, o fiador ocupou a primeira posição no ranking de opções de garantia, presente em 45,54% dos novos contratos. Foi seguido pelo seguro de fiança (28,94%), depósito de valor equivalente a três meses do aluguel (24,86%), as locações sem garantias (0,28%), a caução de imóveis (0,19%) e a cessão fiduciária (0,19%).
As 492 imobiliárias que o CRECISP consultou em fevereiro declararam ter recebido de volta 491 imóveis, o equivalente a 46,58% do total de novas locações – percentual 21,66% inferior aos 56,67% apurados em janeiro. A maioria das devoluções se fez por motivos financeiros (52,14%), ficando os outros motivos com 47,86% do total.
O índice de inadimplência em fevereiro foi de 3,72%, inferior em 6,06% ao percentual de 3,96% apurado em janeiro.
O número de ações propostas nos Fóruns da Capital em fevereiro subiu 63,48% em relação a janeiro. Todos os tipos de ações registraram alta: ações consignatórias (6,25%); renovatórias do valor do aluguel (17,24%); ações de rito sumário (66,84%); falta de pagamento (61,47%); ações de rito ordinário (54,7%).