AMB defende volta do uso de máscaras e mais vacinas para conter alta da COVID-19 | Boqnews
Máscara de proteção facial. Foto: Divulgação

Pandemia

14 DE NOVEMBRO DE 2022

AMB defende volta do uso de máscaras e mais vacinas para conter alta da COVID-19

Nota da Associação Médica Brasileira defende a adoção das medidas necessárias para o enfrentamento atual, diante do aumento significativo das infecções

Por: Da Redação

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A Associação Médica Brasileira, por meio de nota expedida por seu Comitê Extraordinário de Monitoramento da COVID-19 (CEM COVID AMB), alertou hoje (14) para o aumento do número de casos do novo coronavírus no País, endossando Nota Técnica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) sobre o cenário da doença no Brasil.

Assim, a AMB reiterou a adoção das medidas necessárias para o enfrentamento atual, diante do aumento significativo das infecções, decorrente da circulação da subvariante Ômicron BQ.1 e outras variantes.

“Pelo menos em quatro estados da federação já se verifica com preocupação uma tendência de curva em aceleração importante de casos novos de infecção pelo SARS-COV-2 quando comparado com o mês anterior”, diz o documento.

Para reduzir o impacto de um possível cenário futuro de aumento de hospitalização e óbito por COVID-19, a AMB e a SBI consideram indispensáveis algumas medidas urgentes:

1- Incrementar as taxas de vacinação covid-19, principalmente no que tange as diferentes doses de reforço de primeira geração à depender da população elegível, que se encontram todas em níveis ainda insatisfatórios nos públicos alvo;

2. Garantir aquisição de doses suficientes de vacina para imunizar todas as crianças de 6 meses a 5 anos independente da presença de comorbidades;

3. Promover rapidamente a aprovação e acesso às vacinas covid-19 bivalentes de segunda geração, que estão atualmente em análise pela Anvisa:

4. Relembrando a Nota Técnica desse Comitê em 05/10/2022. é essencial que medicações já aprovadas pela ANVISA para o tratamento e prevenção da covid- 19, estejam disponíveis para uso no setor público e privado, medida que ainda não se concretizou após mais de seis meses da licença para esses fármacos no Brasil:

5. Adoção de medidas de prevenção não farmacológicas como uso de máscaras e distanciamento social, evitando situações de aglomeração principalmente pela população mais vulnerável, como idosos e imunossuprimidos.

Dessa forma, a AMB reforçou a solicitação feita pela Sociedade Brasileira de Infectologia para que o Ministério da Saúde, CONITEC e ANVISA deem atenção especial para as medidas sugeridas “com brevidade”.

Com essa medida, a AMB tem por objetivo otimizar as tecnologias de prevenção e tratamento já disponíveis, colaborando para o enfrentamento da situação atual e reduzindo a chance de um possível impacto futuro de óbitos e superlotação dos serviços de saúde públicos e privados por casos graves de COVID-19.

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