Brasil já gerou 1,6 milhão de novos postos de trabalho formais em 2023 | Boqnews
Desemprego
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
30 de outubro de 2023

Brasil já gerou 1,6 milhão de novos postos de trabalho formais em 2023

O saldo de emprego formal (carteira assinada) em setembro alcançou 211.764 postos de trabalho gerados no mês, resultante de 1.917.057 admissões e 1.705.293 desligamentos.

Assim, o acumulado do ano chegou a 1.599.918 postos de trabalho formais gerados, alcançando em setembro estoque total recuperado para o Caged de 44.044.343 empregos.

Os dados foram divulgados pelo Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (30).

O saldo positivo no mês foi verificado nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas – com o setor de serviços respondendo por 46% do saldo positivo de empregos – e nos 27 estados da federação.

Dos postos de trabalho gerados 176.860 podem ser considerados típicos e 34.904 não típicos.

São Paulo

São Paulo registrou o maior saldo, com geração de 47.306 postos (+0,35%).

Em seguida, Pernambuco, que gerou 18.864 postos (+1,35%) e Rio de Janeiro, com geração de 7.998 postos (+0,51%).

As menores gerações de postos ocorreram no Amapá, com 1.027 postos gerados (+1,27%), Roraima, que gerou 763 postos (+1,00%) e no Acre, com geração de 360 postos (+0,37%).

Caged Setorial 

Entre os setores, o maior crescimento ocorreu no Serviços, com um saldo positivo de 98.206 postos formais no mês, com destaque para Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que teve um saldo positivo de 41.724).

Na sequência, a Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com saldo de 20.383.

Depois, Alojamento e Alimentação, que obteve um saldo positivo de16.642, postos, especialmente em restaurantes e similares (+6.885) e lanchonetes e similares (+4.047).

O segundo maior gerador foi o Comércio, com 43.465 postos de trabalho no mês.

Destaque para o Comércio Varejista de Mercadorias em Geral, com Predominância de Produtos Alimentícios – Supermercados (+4.339) e Hipermercados (+2.823), além do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos, que gerou 1.871 empregos.

A indústria veio em seguida, com saldo de 43.214 postos de trabalho e a Construção Civil, com saldo de 20.941 empregos.

A Agropecuária foi o setor de menor geração no mês, com saldo positivo de 5.942 postos formais.

Assim, o resultado da agropecuária foi impactado pela desmobilização no cultivo de café, com perda de 6.704 em setembro.

Acumulado do ano

Portanto, a geração de emprego de janeiro a setembro foi também positiva nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas e nos 27 estados.

Dessa forma, o maior saldo fica com São Paulo, que gerou 433.962 (+3,3%);

Minas Gerais, com geração de 183.414 (+4,1%) e Rio de Janeiro com saldo positivo de 123.028 postos (+3,6%).

Entre os setores, o maior crescimento foi verificado no setor de Serviços, com um saldo positivo de 870.320 postos formais (54,4% do saldo), com destaque para Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+300.890).

Assim, o setor de Construção Civil, com 243.410 postos gerados, especialmente obras de infraestrutura (+84.778) ficou em segundo lugar.

Seguido da indústria, que apresentou saldo positivo de 230.753 empregos, com destaque para a fabricação de produtos alimentícios (+73.958 postos de trabalho).

Salários 

Assim, o salário médio real de admissão em setembro foi de R$2.032,07, apresentando estabilidade com variação negativa de R$8,07 em comparação com o valor corrigido de agosto (R$2.040,14).

Dessa forma, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o ganho real foi de R$ 13,92.

Da Redação
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