Além de abordar as principais consequências da nova lei dos portos brasileiros, a tecnologia na otimização da logística de contêineres foi o principal foco do Seminário Internacional Container Handling Technology (CHT), realizado na quarta (12) e quinta (13), no Hotel InterContinental em São Paulo, reunindo os principais especialistas brasileiros e internacionais da área.
No primeiro dia de palestras, o gerente de TI da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegários (ABTRA), Vander Serra de Abreu, citou o exemplo do Porto de Santos, que obteve uma melhora com a aplicação de um sistema de banco de dados em que otimiza acessos de visitantes. "É o que chamamos de porto sem papel", diz, explicando que, atualmente, o cenário de sistemas utilizados pelo porto santista vai de DTe até agendamento eletrônico.
As perspectivas são consideradas boas para os especialistas que palestraram no seminário, principalmente porque a tecnologia está sendo bem desenvolvida.
"O problema é que nem todos terminais podem bancar a automação total", explica Matthew Ramsey, vice presidente da Identic Solutions (para as Américas). Para Ramsey, o mercado mundial caminha para três modelos de terminais: os tradicionais, com alguma automatização em certas áreas, os semi- automatizados, que usam, por exemplo, tecnologia OCR, e os totalmente automatizados, que geram eficiência sem necessidade de investimentos significativos.
Hoje, apenas 2,5% dos terminais do mundo são totalmente mecânicos ou eletrônicos e, para isso, a sustentabilidade precisa entrar em três itens: econômica, produtiva e ambiental. “Os portos do futuro serão totalmente automatizados”, afirmou o especialista Ashebir Jacob, vice-presidente da Moffatt & Nichol. Perguntado se esse efeito causaria uma radical diminuição na mão de obra no caso dos portos no Brasil, alguns profissionais da área têm opinião divergente.
"Acredito até que os maquinários serão cada dia mais sofisticados, mas ainda vai ser preciso muita demanda de mão-de-obra, principalmente para operar os novos equipamentos que serão incorporados à movimentação de carga", opina o gerente Alexandre de Oliveira, da Unimare.
Além de abordar as principais consequências da nova lei dos portos brasileiros, a tecnologia na otimização da logística de contêineres foi o principal foco do Seminário Internacional Container Handling Technology (CHT), realizado na quarta (12) e quinta (13), no Hotel InterContinental em São Paulo, reunindo os principais especialistas brasileiros e internacionais da área.
No primeiro dia de palestras, o gerente de TI da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegários (ABTRA), Vander Serra de Abreu, citou o exemplo do Porto de Santos, que obteve uma melhora com a aplicação de um sistema de banco de dados em que otimiza acessos de visitantes. “É o que chamamos de porto sem papel”, diz, explicando que, atualmente, o cenário de sistemas utilizados pelo porto santista vai de DTe até agendamento eletrônico.
As perspectivas são consideradas boas para os especialistas que palestraram no seminário, principalmente porque a tecnologia está sendo bem desenvolvida.
“O problema é que nem todos terminais podem bancar a automação total”, explica Matthew Ramsey, vice presidente da Identic Solutions (para as Américas). Para Ramsey, o mercado mundial caminha para três modelos de terminais: os tradicionais, com alguma automatização em certas áreas, os semi- automatizados, que usam, por exemplo, tecnologia OCR, e os totalmente automatizados, que geram eficiência sem necessidade de investimentos significativos.
Hoje, apenas 2,5% dos terminais do mundo são totalmente mecânicos ou eletrônicos e, para isso, a sustentabilidade precisa entrar em três itens: econômica, produtiva e ambiental. “Os portos do futuro serão totalmente automatizados”, afirmou o especialista Ashebir Jacob, vice-presidente da Moffatt & Nichol. Perguntado se esse efeito causaria uma radical diminuição na mão de obra no caso dos portos no Brasil, alguns profissionais da área têm opinião divergente.
“Acredito até que os maquinários serão cada dia mais sofisticados, mas ainda vai ser preciso muita demanda de mão-de-obra, principalmente para operar os novos equipamentos que serão incorporados à movimentação de carga”, opina o gerente Alexandre de Oliveira, da Unimare.