Com as adesões, o total de investidores cadastrados desde o início do Tesouro Direto fechou fevereiro em 225.595. Somente nos últimos 12 meses, o número de participantes aumentou 25,43%.
Depois de bater recorde em janeiro, o volume de vendas de títulos públicos somou R$ 241,45 milhões no mês passado, com queda de 32% em relação ao mês anterior. De acordo com o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido, essa diminuição é normal porque a concentração de vencimentos em janeiro fez muito investidores usarem os rendimentos para comprar novos papéis e rolar a dívida.
Os títulos corrigidos por índices de inflação foram os papéis mais procurados pelos investidores em fevereiro, com 43,62% do que foi vendido. Em segundo lugar, ficaram os papéis prefixados (com juros definidos no momento da emissão), com 43,12%. Os papéis vinculados à taxa básica de juros (Selic) representaram 13,24% das emissões no mês passado.
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas adquiram títulos públicos diretamente pela internet. A compra é feita sem intermediários, mas o aplicador tem que pagar taxa a uma corretora que ficará com a custódia dos títulos.
A venda de títulos é uma das formas que o governo tem para captar recursos e honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o valor com um adicional, que pode ser a taxa Selic, índices de inflação, variação do dólar ou uma taxa definida antecipadamente.
Número de adesões ao Tesouro Direto bate recorde em fevereiro
O número de investidores que aderiram ao Programa Tesouro
Direto, que vende títulos públicos a pessoas físicas pela internet,
bateu recorde em fevereiro. Segundo dados divulgados hoje (24) pelo
Tesouro Nacional, 5.902 novos participantes se cadastraram no programa
no mês passado.
Com as adesões, o total de investidores cadastrados desde o início do
Tesouro Direto fechou fevereiro em 225.595. Somente nos últimos 12
meses, o número de participantes aumentou 25,43%.
Depois de bater recorde em janeiro, o volume de vendas de títulos
públicos somou R$ 241,45 milhões no mês passado, com queda de 32% em
relação ao mês anterior. De acordo com o coordenador-geral de Operações
da Dívida Pública, Fernando Garrido, essa diminuição é normal porque a
concentração de vencimentos em janeiro fez muito investidores usarem os
rendimentos para comprar novos papéis e rolar a dívida.
Os títulos corrigidos por índices de inflação foram os papéis mais
procurados pelos investidores em fevereiro, com 43,62% do que foi
vendido. Em segundo lugar, ficaram os papéis prefixados (com juros
definidos no momento da emissão), com 43,12%. Os papéis vinculados à
taxa básica de juros (Selic) representaram 13,24% das emissões no mês
passado.
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse
tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas adquiram títulos
públicos diretamente pela internet. A compra é feita sem intermediários,
mas o aplicador tem que pagar taxa a uma corretora que ficará com a
custódia dos títulos.
A venda de títulos é uma das formas que o governo tem para captar
recursos e honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o
valor com um adicional, que pode ser a taxa Selic, índices de inflação,
variação do dólar ou uma taxa definida antecipadamente.