Paraíso central | Boqnews
Paraíso central

Escritor conhecido por obras de repercussão e reconhecimento internacional, como Cem Anos de Solidão, Relato de  um Náufrago e Amor nos Tempos de Cólera, Gabriel Garcia Marquéz hoje já está com seus 82 anos (embora só esteja aposentado a menos de um). A residência do autor, uma das mais emblemáticas e importantes figuras colombianas, além de ser um dos destaques do país como um todo, é uma das principais referências da famosa e tranquila ilha de Cartagena das Índias, pertecente à Colômbia, situada já na região mais próxima do badalado e agitado Caribe, no norte do continente.

Os principais atrativos do local, até por ser uma região bem pacata, se comparada a outras nos demais centros caribenhos, atendem por seu viés histórico. Tanto que, em 1984, Cartagena das Índias foi inscrita como Patrimônio Mundial da Unesco. Muito disso se deve aos tempos posteriores à sua fundação (1533). Em 1610, a cidade foi sede do Santo Ofício da Inquisição, cujo palácio está de pé até hoje e abriga atualmente o museu local, estando aberto diariamente, das 8h30 às 18 horas.

Nos séculos 17 e 18, a ilha foi alvo de incessantes ataques de piratas ingleses e franceses e se tornou cenário para batalhas árduas dos invasores contra os espanhóis que dominavam a colônia. Isso fez com que a cidade ganhasse fortes, até hoje levantados e admirados pelos mais de 1 milhão de habitantes da região e pelos turistas. A agitação do passado, no entanto, hoje é pouco notada na ilha, que também destaca-se na atividade portuária e é bem visitada principalmente por turistas de origem europeia e norte-americana (Estados Unidos e Canadá).

Curiosamente, apesar de o turismo ser um de seus principais fatores econômicos, ao lado do incessante comércio no Centro da cidade, não existe uma invasão de visitantes como há em outros lugares, devido ao seu perfil tranquilo e nostálgico, diferente do procurado pela massa que deseja conhecer o Caribe. Uma boa pedida, portanto, para quem gosta de paz, sossego e descanso.

As muralhas construídas para proteção aos ataques piratas, aliás, envolvem a região mais antiga da ilha. São quase oito quilômetros de proteção, sendo que três desses quilômetros passam por praticamente toda a extensão da via litorânea da cidade, até a estátua da Índia Catalina, símbolo indígena local. E outra obra referente a esse tempo é o Fuerte de San Felipe de Barajas, tido como a mais eficiente construção de engenharia na América Espanhola.

No centro, encontram-se as principais movimentações econômicas, com destaque para o Cuartel de las Bovedas, antigo quartel-general da armada espanhola, e que hoje recebe lojas de artesanato típico da Colômbia, destacando-se as vendas das famosas bonequinhas colombianas. Em quase toda sua extensão, esse centro histórico é bastante colorido — típico da colonização espanhola — e florido.

Na área portuária, graças ao boom  econômico do século 18, quando a região ainda era pertencente à Espanha, casarões e grandes construções surgiram, mostrando um lado não apenas histórico, mas luxuoso da antiga Cartagena, que no século passado, depois de entrar em decadência, conseguiu se recuperar a partir dos anos 60, voltando ser uma das referências turísticas da Colômbia, do Caribe e da América do Sul.

21 de agosto de 2009

Paraíso central

Escritor conhecido por obras de repercussão e reconhecimento internacional, como Cem Anos de Solidão, Relato de  um Náufrago e Amor nos Tempos de Cólera, Gabriel Garcia Marquéz hoje já está com seus 82 anos (embora só esteja aposentado a menos de um). A residência do autor, uma das mais emblemáticas e importantes figuras colombianas, além de ser um dos destaques do país como um todo, é uma das principais referências da famosa e tranquila ilha de Cartagena das Índias, pertecente à Colômbia, situada já na região mais próxima do badalado e agitado Caribe, no norte do continente.


Os principais atrativos do local, até por ser uma região bem pacata, se comparada a outras nos demais centros caribenhos, atendem por seu viés histórico. Tanto que, em 1984, Cartagena das Índias foi inscrita como Patrimônio Mundial da Unesco. Muito disso se deve aos tempos posteriores à sua fundação (1533). Em 1610, a cidade foi sede do Santo Ofício da Inquisição, cujo palácio está de pé até hoje e abriga atualmente o museu local, estando aberto diariamente, das 8h30 às 18 horas.


Nos séculos 17 e 18, a ilha foi alvo de incessantes ataques de piratas ingleses e franceses e se tornou cenário para batalhas árduas dos invasores contra os espanhóis que dominavam a colônia. Isso fez com que a cidade ganhasse fortes, até hoje levantados e admirados pelos mais de 1 milhão de habitantes da região e pelos turistas. A agitação do passado, no entanto, hoje é pouco notada na ilha, que também destaca-se na atividade portuária e é bem visitada principalmente por turistas de origem europeia e norte-americana (Estados Unidos e Canadá).


Curiosamente, apesar de o turismo ser um de seus principais fatores econômicos, ao lado do incessante comércio no Centro da cidade, não existe uma invasão de visitantes como há em outros lugares, devido ao seu perfil tranquilo e nostálgico, diferente do procurado pela massa que deseja conhecer o Caribe. Uma boa pedida, portanto, para quem gosta de paz, sossego e descanso.


As muralhas construídas para proteção aos ataques piratas, aliás, envolvem a região mais antiga da ilha. São quase oito quilômetros de proteção, sendo que três desses quilômetros passam por praticamente toda a extensão da via litorânea da cidade, até a estátua da Índia Catalina, símbolo indígena local. E outra obra referente a esse tempo é o Fuerte de San Felipe de Barajas, tido como a mais eficiente construção de engenharia na América Espanhola.


No centro, encontram-se as principais movimentações econômicas, com destaque para o Cuartel de las Bovedas, antigo quartel-general da armada espanhola, e que hoje recebe lojas de artesanato típico da Colômbia, destacando-se as vendas das famosas bonequinhas colombianas. Em quase toda sua extensão, esse centro histórico é bastante colorido — típico da colonização espanhola — e florido.


Na área portuária, graças ao boom  econômico do século 18, quando a região ainda era pertencente à Espanha, casarões e grandes construções surgiram, mostrando um lado não apenas histórico, mas luxuoso da antiga Cartagena, que no século passado, depois de entrar em decadência, conseguiu se recuperar a partir dos anos 60, voltando ser uma das referências turísticas da Colômbia, do Caribe e da América do Sul.

Da Redação
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