Prevenção

Câncer, a importância dos exames ginecológicos

Câncer de mama e câncer de colo de útero estão entre os mais frequentes junto às mulheres. A prevenção é o melhor remédio para evitar transtornos futuros.

25 de abril de 2018 - 13:01

Da Assessoria

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No Brasil, a grande maioria da população adulta não acompanha a sua saúde com frequência.

Embora as mulheres apareçam com margem superior aos homens em exames de rotina, ainda assim, essa ausência de acompanhamento é responsável pelo desenvolvimento de doenças que só serão descobertas em estágios mais avançados e, portanto, mais graves.

Não é diferente em casos ginecológicos.

A falta de cuidados apropriados pode gerar um ambiente próspero à vírus, bactérias, fungos e outros, a ausência de acompanhamento profissional impossibilita o diagnóstico de eventuais patologias que possam surgir por estes e outros motivos.

Consequentemente constrói-se um quadro preocupante às mulheres.

O câncer de mama e de colo de útero são os mais comuns dentre as mulheres.

O tempo é uma questão crucial para o seu combate, uma vez que células cancerígenas têm alto grau de reprodução e posteriormente de colonização de tecidos saudáveis.

Para que a doença seja detectada em seus estágios iniciais, é necessário a realização de exames periódicos para diminuir as chances do avanço da doença.

Câncer de mama, um dos mais incidentes entre as mulheres, sendo responsável por 28% dos casos por ano. Foto – Divulgação

Exames

Câncer de mama

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o câncer mais comum entre as mulheres, atingindo 28% dos casos por ano.

Desta forma, exames como o de toque e a mamografia são de extrema necessidade para o reconhecimento do quadro.

O INCA também estima que cerca de 59.700 novos casos serão diagnosticados no ano de 2018.

As mulheres representam 98% dos casos, porém o exame de mama também é necessário para os homens.

Isso porque a patologia não é restritiva ao gênero.

Câncer de Colo de Útero

O exame de Papanicolau é o principal exame para o reconhecimento da doença e consegue diagnosticar, por meio da raspagem das células do colo do útero.

São os casos de Papiloma Vírus (HPV), responsável majoritariamente pelos casos de câncer no colo do útero, o terceiro mais recorrente no público feminino.

Desta forma, permite a comprovação da doença de forma mais assertiva.

Além desse exame, a colposcopia e a vulvoscopia também detectam facilmente o quadro clínico da paciente.

Sintomas mais comuns

Câncer de mama:

  • Apresentação de nódulos indolores (90% dos casos);
  • Dores nas mamas;
  • Alterações no bico do peito (inversão);
  • Alterações na pele das mamas (vermelhidão, retraimento e enrugamento).

 

Câncer de Colo de Útero:

Este tipo de câncer é considerado silencioso por apresentar sintomas apenas em casos avançados, o que dificulta a desaceleração da doença.

O HPV coloca não só a portadora do vírus em risco, mas também seus parceiros sexuais.

Ele é também uma Doença Sexualmente Transmissível (DST).

No caso de gravidez, onde o contágio é feito no parto, oferece também risco para o bebê.

Assim, para prevenção, a camisinha é colocada como melhor método contraceptivo, com sucesso em 70% dos casos.

Em estágios mais avançados, pode ocorrer:

  • Sangramento Vaginal (não correlacionado à menstruação);
  • Dor abdominal ou pélvica;
  • Aumento da necessidade de urinar (seguida pela liberação de urina com sangue);
  • Queixas intestinais (quando já ocorre a colonização á tecidos de outros órgãos).

Embora nocivo, se apresentando na quarta posição de mortalidade por câncer no Brasil, o câncer de colo de útero tem alto índice de recuperação, principalmente em estágios iniciais.

A realização de exames ginecológicos e de outras especialidades são de extrema importância.

Assim, torna-se primordial uma visita regular aos seus médicos de confiança para realização de exames de rotina.

 

Conteúdo produzido por: Amil Dental

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