Unhas encravadas, calos e joanetes são os problemas mais frequentes nos pés. A falta de cautela com calçados — principalmente as mulheres que costumam usar sapato alto e de bico fino — é o principal causador destes problemas incômodos tanto na parte estética quanto na saúde.
Por muitos, os cuidados com os pés nem sempre são lembrados, mas a podóloga Maria Aparecida Custódio ressalta que estes membros, por suportarem o peso do corpo ao longo do dia, assim como trações de caminhadas e calçados justos, devem receber tratamentos adequados. "Grande parte da população se preocupa com os pés, mas ainda tem muita gente que desconhece a função da podologia".
Muitas vezes podólogos são confundidos com manicures, mas os serviços são completamente diferentes. Manicures lidam com a estética das unhas, já os podólogos são focados na saúde e cura de patologias dos pés femininos e masculinos.
Encravamento
Unha cortada de forma inadequada pode resultar em um encravamento, que, muitas vezes, torna-se um grave problema. "A unha se adentra e com o contato de bactérias cria pus e carne esponjosa", diz a podóloga.
A profissional explica que a retirada da unha encravada é feita por uma espícula apenas uma vez. "Depois o paciente volta para tirar o curativo", diz. "É bom manter o local bem higienizado para evitar infecção".
Quando acontece constantemente, a podóloga recomenda fazer o tratamento chamado órtese. Este dispositivo corrige a forma anatômica da unha. O processo, para ser concluído, demora, em média, de dois a seis meses.
Segundo a pesquisa Pés dos Brasileiros, 34,8% dos homens têm unhas encravadas. Já as mulheres, 43,8%. Destes, 93,6% no dedão. A pesquisa também revela que o aumento de peso tem influência na incidência de unhas encravadas porque os sapatos ficam mais apertados.
Calosidade
Além de extremamente dolorosos, a aparência muitas vezes amarelada e dura não é nada agradável principalmente às mulheres. Normalmente, os calos surgem pelo atrito de calçados apertados e a forma de pisar.
A estudante de Jornalismo Daiane Zanellato conta que sofre com calos na planta do pé há cerca de 10 anos. "Descobri que era um calo interno há pouco tempo. Ele se agravou em um período em que usava muito salto alto". Depois que engravidou, Daiane ficou um bom tempo sem usar este modelo de calçado, mas afirma que usar salto alto e ficar muito tempo em pé fazem com que o local doa muito. "Quando está doendo ele fica com uma cor amarelada!", constata.
A podóloga Maria Aparecida não recomenda cutucar ou utilizar calicida, já que muitas vezes o indivíduo usa o produto de forma inadequada e ao invés de melhorar o problema piora.
Joanete
Neste caso, a genética influencia no seu surgimento, porém, em alguns casos, pelo uso de sapatos extremamentes apertados a longo prazo, a joanete aparece. Maria alerta que a técnica caseira de colocar rolha entre o dedão e o segundo dedo é incorreta. "O certo é usar separador de dedos de silicone ou gel. O material é específico para que a patologia não se agrave".
Entretanto, a profissional ressalta que é fundamental ir a um podólogo antes de dar início a qualquer tratamento.
Unhas encravadas, calos e joanetes são os problemas mais frequentes nos pés. A falta de cautela com calçados — principalmente as mulheres que costumam usar sapato alto e de bico fino — é o principal causador destes problemas incômodos tanto na parte estética quanto na saúde.
Por muitos, os cuidados com os pés nem sempre são lembrados, mas a podóloga Maria Aparecida Custódio ressalta que estes membros, por suportarem o peso do corpo ao longo do dia, assim como trações de caminhadas e calçados justos, devem receber tratamentos adequados. “Grande parte da população se preocupa com os pés, mas ainda tem muita gente que desconhece a função da podologia”.
Muitas vezes podólogos são confundidos com manicures, mas os serviços são completamente diferentes. Manicures lidam com a estética das unhas, já os podólogos são focados na saúde e cura de patologias dos pés femininos e masculinos.
Encravamento
Unha cortada de forma inadequada pode resultar em um encravamento, que, muitas vezes, torna-se um grave problema. “A unha se adentra e com o contato de bactérias cria pus e carne esponjosa”, diz a podóloga.
A profissional explica que a retirada da unha encravada é feita por uma espícula apenas uma vez. “Depois o paciente volta para tirar o curativo”, diz. “É bom manter o local bem higienizado para evitar infecção”.
Quando acontece constantemente, a podóloga recomenda fazer o tratamento chamado órtese. Este dispositivo corrige a forma anatômica da unha. O processo, para ser concluído, demora, em média, de dois a seis meses.
Segundo a pesquisa Pés dos Brasileiros, 34,8% dos homens têm unhas encravadas. Já as mulheres, 43,8%. Destes, 93,6% no dedão. A pesquisa também revela que o aumento de peso tem influência na incidência de unhas encravadas porque os sapatos ficam mais apertados.
Calosidade
Além de extremamente dolorosos, a aparência muitas vezes amarelada e dura não é nada agradável principalmente às mulheres. Normalmente, os calos surgem pelo atrito de calçados apertados e a forma de pisar.
A estudante de Jornalismo Daiane Zanellato conta que sofre com calos na planta do pé há cerca de 10 anos. “Descobri que era um calo interno há pouco tempo. Ele se agravou em um período em que usava muito salto alto”. Depois que engravidou, Daiane ficou um bom tempo sem usar este modelo de calçado, mas afirma que usar salto alto e ficar muito tempo em pé fazem com que o local doa muito. “Quando está doendo ele fica com uma cor amarelada!”, constata.
A podóloga Maria Aparecida não recomenda cutucar ou utilizar calicida, já que muitas vezes o indivíduo usa o produto de forma inadequada e ao invés de melhorar o problema piora.
Joanete
Neste caso, a genética influencia no seu surgimento, porém, em alguns casos, pelo uso de sapatos extremamentes apertados a longo prazo, a joanete aparece. Maria alerta que a técnica caseira de colocar rolha entre o dedão e o segundo dedo é incorreta. “O certo é usar separador de dedos de silicone ou gel. O material é específico para que a patologia não se agrave”.
Entretanto, a profissional ressalta que é fundamental ir a um podólogo antes de dar início a qualquer tratamento.