No dia 21 de agosto, o Senado Federal concluiu a votação de uma lei que proíbe terminantemente a venda de refrigerantes, alimentos gordurosos e guloseimas. O objetivo é fazer com que as crianças tenham uma alimentação adequada e evite problemas que possam ser causados pela falta de nutrientes.
De acordo com a nutricionista, Mariana Imbelloni, especialista em nutrição escolar, é na infância que o primeiro grande pico de crescimento acontece e a saúde da criança tem que estar em dia com os nutrientes. “Garantir uma boa alimentação na infância já é um grande passo para ter uma vida saudável quando adulto. É o momento de criar as bases para sua saúde por toda a vida”.
Existem nutrientes que são essenciais ao corpo e fáceis de encontrar. São eles: o ferro, o cálcio, as vitaminas C e A e o zinco. Esses elementos são responsáveis pelo fortalecimento imunológico, formação de hemácias, desenvolvimento neurológico e outras mudanças importantes ao organismo em fase de crescimento.
Segundo ela, o cardápio ideal deve seguir os princípios de quantidade, qualidade, variedade, moderação e harmonia. Ela explica que um prato colorido e variado garante, além de um visual bonito e apetitoso, o consumo de todos os nutrientes necessários à saúde.
“O ideal é estimular os alunos a experimentar novos alimentos, explorando durante a refeição a sensibilidade quanto ao cheiro, à cor, à consistência e à forma de apresentação. O cardápio deve ser elaborado com o objetivo de promover hábitos alimentares saudáveis”, explica Mariana.
Deve-se dar prioridade aos alimentos in natura, que incluem frutas, folhas, legumes e verduras, para variar e tornar a alimentação escolar mais nutritiva e rica em todos os minerais e vitaminas de que as crianças precisam. Ao se falar em alimentação saudável é importante dar atenção à combinação de alimentos. O leite e seus derivados (queijo, iogurte), por exemplo, por serem ricos em cálcio, quando consumidos durante o almoço ou o jantar atrapalham o aproveitamento do ferro de fontes vegetais, como o feijão e vegetais verde-escuros.
Outro aspecto importante na composição do cardápio infantil é a oferta de alimentos laxantes, pois muitas crianças sofrem de intestino preso. Alimentos como frutas com casca e bagaço (quando possível), verduras e folhas (de preferência crus, desde que bem limpos) são ricos em fibras e juntamente com a ingestão de água regulam o funcionamento do intestino.
Já em relação às guloseimas e alimentos gordurosos, a nutricionista acredita que o ideal é cortar o mal pela ‘raiz’. “É importante que o padrão alimentar comece na escola, mas que seja copiado em casa para não confundir a cabeça da criança”. É pensando no comprometimento da saúde que se deve apoiar o programa de conscientização da importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Os adolescentes geralmente são mais relutantes à mudança de hábitos alimentares.
No dia 21 de agosto, o Senado Federal concluiu a votação de uma lei que proíbe terminantemente a venda de refrigerantes, alimentos gordurosos e guloseimas. O objetivo é fazer com que as crianças tenham uma alimentação adequada e evite problemas que possam ser causados pela falta de nutrientes.
De acordo com a nutricionista, Mariana Imbelloni, especialista em nutrição escolar, é na infância que o primeiro grande pico de crescimento acontece e a saúde da criança tem que estar em dia com os nutrientes. “Garantir uma boa alimentação na infância já é um grande passo para ter uma vida saudável quando adulto. É o momento de criar as bases para sua saúde por toda a vida”.
Existem nutrientes que são essenciais ao corpo e fáceis de encontrar. São eles: o ferro, o cálcio, as vitaminas C e A e o zinco. Esses elementos são responsáveis pelo fortalecimento imunológico, formação de hemácias, desenvolvimento neurológico e outras mudanças importantes ao organismo em fase de crescimento.
Segundo ela, o cardápio ideal deve seguir os princípios de quantidade, qualidade, variedade, moderação e harmonia. Ela explica que um prato colorido e variado garante, além de um visual bonito e apetitoso, o consumo de todos os nutrientes necessários à saúde.
“O ideal é estimular os alunos a experimentar novos alimentos, explorando durante a refeição a sensibilidade quanto ao cheiro, à cor, à consistência e à forma de apresentação. O cardápio deve ser elaborado com o objetivo de promover hábitos alimentares saudáveis”, explica Mariana.
Deve-se dar prioridade aos alimentos in natura, que incluem frutas, folhas, legumes e verduras, para variar e tornar a alimentação escolar mais nutritiva e rica em todos os minerais e vitaminas de que as crianças precisam. Ao se falar em alimentação saudável é importante dar atenção à combinação de alimentos. O leite e seus derivados (queijo, iogurte), por exemplo, por serem ricos em cálcio, quando consumidos durante o almoço ou o jantar atrapalham o aproveitamento do ferro de fontes vegetais, como o feijão e vegetais verde-escuros.
Outro aspecto importante na composição do cardápio infantil é a oferta de alimentos laxantes, pois muitas crianças sofrem de intestino preso. Alimentos como frutas com casca e bagaço (quando possível), verduras e folhas (de preferência crus, desde que bem limpos) são ricos em fibras e juntamente com a ingestão de água regulam o funcionamento do intestino.
Já em relação às guloseimas e alimentos gordurosos, a nutricionista acredita que o ideal é cortar o mal pela ‘raiz’. “É importante que o padrão alimentar comece na escola, mas que seja copiado em casa para não confundir a cabeça da criança”. É pensando no comprometimento da saúde que se deve apoiar o programa de conscientização da importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Os adolescentes geralmente são mais relutantes à mudança de hábitos alimentares.