Alerta

O uso de drogas e álcool na gravidez: saiba mais sobre os riscos

A dependência química e alcoólica podem afetar tanto o bebê quanto a mãe na gestação.

16 de março de 2021 - 15:43

Da Redação

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Consumo de drogas: um problema mundial que reter atenção da sociedade para ajudar a quem necessita. Foto: Divulgação

 

O uso de drogas e bebidas alcoólicas durante a gestação podem trazer complicações graves para o bebê, além de afetar a saúde da mãe.

Por essa razão, procurar tratamento em clínicas de reabilitação é importante já no início.

A recomendação médica é que, ao descobrir a gravidez, a mulher interrompa a ingestão de álcool.

O uso de drogas não é nem cogitado neste caso.

No entanto, sabemos que a realidade não funciona assim.

Muitas mulheres já são dependentes químicas e alcoólicas muito antes de engravidar.

O ideal é que o uso seja descontinuado o mais rápido possível, mas em casos de dependência elevada, pode ser necessário procurar uma clínica de recuperação.

O tratamento para alcoolismo e drogas precisa ser iniciado junto com a descoberta da gravidez nos casos em que a dependente não consegue parar com o vício.

Caso contrário, os riscos para o bebê são iminentes. Saiba quais são eles a seguir.

 

 

Aborto espontâneo

O uso de drogas durante o processo de gestação pode ocasionar o aborto espontâneo do feto.

O aborto é um processo doloroso, principalmente em meses avançados da gravidez.

Além de afetar o corpo da gestante, pode causar problemas psicológicos ainda mais graves.

Uma internação voluntária posterior para o tratamento de drogas pode se tornar ainda mais complicada.

 

Malformação do bebê

Usar drogas durante a gestação traz, na maioria das vezes, consequências irreversíveis para o corpo e organismo do bebê.

Para as drogas mais pesadas, se o tratamento do crack e o tratamento LSD não for realizado nos primeiros meses, o feto pode desenvolver malformações motoras.

Já o consumo de álcool afeta o sistema nervoso do bebê, provocando doenças gravíssimas como a microcefalia.

 

Abstinência no recém-nascido

Nos casos em que a gestante é dependente de drogas ou álcool, e consegue levar a gravidez até o fim, o bebê pode nascer com abstinência.

O bebê consegue ter acesso a todas as substâncias que a mãe ingere através da corrente sanguínea.

Por isso, quando a mãe não deixa o vício em drogas ou não faz o tratamento para alcoolismo em uma clínica de recuperação em Goiás, a criança pode sofrer com convulsões por um bom tempo.

 

Bebê natimorto

Diferente do aborto espontâneo, essa condição pode colocar em risco a vida da gestante.

O bebê pode morrer no útero da mãe em qualquer momento da gravidez, mas com o uso de substâncias químicas, essa chance é potencializada.

Quando isso acontece, infecções podem acometer o organismo da mulher e ser letal.

É para que a gestante não corra esses riscos que, procurar uma clínica de recuperação feminina no início do vício, é recomendada.

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