Pronto-Socorro do Hospital Guilherme Álvaro poderá atender de portas fechadas | Boqnews
Pronto-Socorro do Hospital Guilherme Álvaro poderá atender de portas fechadas

Uma reunião realizada nesta segunda-feira (23) na Agência de Saúde da Baixada Santista, realizada em Praia Grande, discutiu a possibilidade do pronto-socorro do Hospital Guilherme Álvaro, tornar-se um serviço referenciado, ou, como se diz usualmente, passar a atender de porta fechada.

A mudança, se aprovada pelos nove municípios da Baixada Santista, fará com que somente sejam aceitos na unidade pacientes encaminhados por outros serviços de saúde. E implicará a liberação de mais leitos para cirurgias eletivas de média e grande complexidade.

Participaram do encontro o coordenador da agência, David Uip, secretários de saúde e representantes das nove cidades e os prefeitos de Praia Grande, Peruíbe, Itanhaém e Mongaguá, respectivamente, Roberto Francisco dos Santos, Milena Bargieri, João Carlos Forssell e Paulo Wiazowski Filho; além de vereadores e representantes de entidades médicas e odontológica na região.

O secretário de Saúde de Santos, Odílio Rodrigues Filho, defendeu que o Hospital Guilherme Álvaro seja um hospital de referência para os municípios. Quando o hospital é de referência para os nove municípios, ele não tem que ter alimentada a internação pela porta. Não tem que ter internação própria.

Para o secretário, que não participou da reunião da manhã, atuando com “porta aberta”, o pronto-socorro não atende à demanda dos municípios; por outro lado, quando se quer um hospital de referência, o ideal é que seja “porta fechada”.  Segundo ele, a regulação dos municípios e do próprio Departamento Regional de Saúde (DRS) prioriza a internação.

A demanda do pronto-socorro do Hospital Guilherme Álvaro, de acordo com Rodrigues Filho, poderá ser dirigida para o PS da Zona Leste ou outros de Santos. Segundo ele,  é muito melhor ter os leitos disponíveis para as necessidades dos pacientes que já estão nos prontos-socorros da Região, ou prestes a internação, do que criar uma demanda na porta que nem sempre prioriza as necessidades da Baixada Santista.

Atualmente, o pronto-socorro realiza, em média, conforme o secretário de Saúde, oito mil atendimentos por mês, cerca de 266 por dia.

De acordo com o diretor técnico do Departamento Regional de Saúde, Marco Botteon Neto, será feita uma discussão com os nove municípios da Baixada Santista para saber quais são as necessidades pendentes, a fim de que elas possam ser sanadas por meio dos dois hospitais estaduais.

Ele explica que para se tornar essa entrada do pronto-socorro uma unidade referenciada, ou seja, os outros prontos-socorros dos outros municípios, que precisam de internações de alta complexidade, que encaminhem os pacientes para esse pronto-socorro.

24 de maio de 2011

Pronto-Socorro do Hospital Guilherme Álvaro poderá atender de portas fechadas

Uma reunião realizada nesta segunda-feira (23) na Agência de Saúde da Baixada Santista, realizada em Praia Grande, discutiu a possibilidade do pronto-socorro do Hospital Guilherme Álvaro, tornar-se um serviço referenciado, ou, como se diz usualmente, passar a atender de porta fechada.


A mudança, se aprovada pelos nove municípios da Baixada Santista, fará com que somente sejam aceitos na unidade pacientes encaminhados por outros serviços de saúde. E implicará a liberação de mais leitos para cirurgias eletivas de média e grande complexidade.


Participaram do encontro o coordenador da agência, David Uip, secretários de saúde e representantes das nove cidades e os prefeitos de Praia Grande, Peruíbe, Itanhaém e Mongaguá, respectivamente, Roberto Francisco dos Santos, Milena Bargieri, João Carlos Forssell e Paulo Wiazowski Filho; além de vereadores e representantes de entidades médicas e odontológica na região.


O secretário de Saúde de Santos, Odílio Rodrigues Filho, defendeu que o Hospital Guilherme Álvaro seja um hospital de referência para os municípios. Quando o hospital é de referência para os nove municípios, ele não tem que ter alimentada a internação pela porta. Não tem que ter internação própria.


Para o secretário, que não participou da reunião da manhã, atuando com “porta aberta”, o pronto-socorro não atende à demanda dos municípios; por outro lado, quando se quer um hospital de referência, o ideal é que seja “porta fechada”.  Segundo ele, a regulação dos municípios e do próprio Departamento Regional de Saúde (DRS) prioriza a internação.


A demanda do pronto-socorro do Hospital Guilherme Álvaro, de acordo com Rodrigues Filho, poderá ser dirigida para o PS da Zona Leste ou outros de Santos. Segundo ele,  é muito melhor ter os leitos disponíveis para as necessidades dos pacientes que já estão nos prontos-socorros da Região, ou prestes a internação, do que criar uma demanda na porta que nem sempre prioriza as necessidades da Baixada Santista.


Atualmente, o pronto-socorro realiza, em média, conforme o secretário de Saúde, oito mil atendimentos por mês, cerca de 266 por dia.


De acordo com o diretor técnico do Departamento Regional de Saúde, Marco Botteon Neto, será feita uma discussão com os nove municípios da Baixada Santista para saber quais são as necessidades pendentes, a fim de que elas possam ser sanadas por meio dos dois hospitais estaduais.


Ele explica que para se tornar essa entrada do pronto-socorro uma unidade referenciada, ou seja, os outros prontos-socorros dos outros municípios, que precisam de internações de alta complexidade, que encaminhem os pacientes para esse pronto-socorro.

Da Redação
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