Em assembléia na manhã desta terça-feira (31), os motoristas de fretamento das indústrias de Cubatão rejeitaram nova contraproposta das empresas de ônibus e decretaram "estado de greve". Eles participarão de nova assembléia, às 10 horas de sábado (4), no Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, quando deverão decretar greve a partir de terça-feira (7).
A terceira proposta do sindicato patronal (Sinfresan), rejeitada por unanimidade, previa reajuste salarial de 8%, R$ 200 mensais de vale-refeição e participação nos lucros ou resultados (PLR) de R$ 400.
Na segunda-feira (30), os motoristas fizeram operação padrão e congestionaram a Rodovia Cônego Domenico Rangoni. Para isso, não excederam a velocidade de 60 quilômetros por hora.
O protesto resultou no atraso de mais de 10 mil trabalhadores da Usiminas, Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), Carbocloro, Fosfértil e outras indústrias.
A categoria reivindica 11% de reajuste salarial, R$ 15 de vale-refeição por dia trabalhado, R$ 560 de ‘plr’ e inclusão de um dependente no plano de saúde.
Justiça
São 700 motoristas de 600 ônibus da Breda, e centenas de profissionais de empresas menores, num total de 1.800, com data-base em maio. O presidente do sindicato, Valdir de Souza Pestana, elogiou a adesão dos trabalhadores à operação padrão e a participação nas assembléias, sempre com o auditório lotado. “Se tivermos que ir à Justiça do Trabalho, iremos”, diz o sindicalista. “Mas ainda prestigiamos a negociação e pedimos audiência de conciliação na gerência regional do Ministério do Trabalho”.
Pestana acha que a audiência, com mediação da gerente ministerial Rosângela Mendes Ribeiro da Silva, poderá ocorrer nesta quinta ou sexta- feira (2 ou 3).
Ele defende o “esgotamento das negociações. Esperamos que elas atendam as reivindicações e evitem a paralisação. Acreditamos também no senso de justiça dos juízes e devemos ser bem sucedidos”.
Braços cruzados
Durante a assembléia, além de rejeitar algumas vezes a proposta do Sinfresan, com os braços levantados, os motoristas simularam, com os braços cruzados, a iminente greve da semana que vem.
Motoristas de Cubatão podem cruzar os braços a partir de terça-feira (7)
Em assembléia na manhã desta terça-feira (31), os motoristas de fretamento das indústrias de Cubatão rejeitaram nova contraproposta das empresas de ônibus e decretaram “estado de greve”. Eles participarão de nova assembléia, às 10 horas de sábado (4), no Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, quando deverão decretar greve a partir de terça-feira (7).
A terceira proposta do sindicato patronal (Sinfresan), rejeitada por unanimidade, previa reajuste salarial de 8%, R$ 200 mensais de vale-refeição e participação nos lucros ou resultados (PLR) de R$ 400.
Na segunda-feira (30), os motoristas fizeram operação padrão e congestionaram a Rodovia Cônego Domenico Rangoni. Para isso, não excederam a velocidade de 60 quilômetros por hora.
O protesto resultou no atraso de mais de 10 mil trabalhadores da Usiminas, Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), Carbocloro, Fosfértil e outras indústrias.
A categoria reivindica 11% de reajuste salarial, R$ 15 de vale-refeição por dia trabalhado, R$ 560 de ‘plr’ e inclusão de um dependente no plano de saúde.
Justiça
São 700 motoristas de 600 ônibus da Breda, e centenas de profissionais de empresas menores, num total de 1.800, com data-base em maio. O presidente do sindicato, Valdir de Souza Pestana, elogiou a adesão dos trabalhadores à operação padrão e a participação nas assembléias, sempre com o auditório lotado. “Se tivermos que ir à Justiça do Trabalho, iremos”, diz o sindicalista. “Mas ainda prestigiamos a negociação e pedimos audiência de conciliação na gerência regional do Ministério do Trabalho”.
Pestana acha que a audiência, com mediação da gerente ministerial Rosângela Mendes Ribeiro da Silva, poderá ocorrer nesta quinta ou sexta- feira (2 ou 3).
Ele defende o “esgotamento das negociações. Esperamos que elas atendam as reivindicações e evitem a paralisação. Acreditamos também no senso de justiça dos juízes e devemos ser bem sucedidos”.
Braços cruzados
Durante a assembléia, além de rejeitar algumas vezes a proposta do Sinfresan, com os braços levantados, os motoristas simularam, com os braços cruzados, a iminente greve da semana que vem.