Apesar de ser uma concessão pública, a CPFL só dificulta a vida dos seus clientes ao limitar, cada vez mais, o número de bancos que aceitam os pagamentos de suas contas em razão da falta de acordo entre a empresa e a rede bancária. E o volume de estabelecimentos comerciais é insuficiente para o recebimento das mesmas. Para quem não tem acesso à Internet, trata-se de um verdadeiro martírio.
Afinal, por ser uma concessão pública, o Ministério Público, por meio da Promotoria dos Direitos do Cidadão, não poderia intervir na questão?
Para que facilitar?
Apesar de ser uma concessão pública, a CPFL só dificulta a vida dos seus clientes ao limitar, cada vez mais, o número de bancos que aceitam os pagamentos de suas contas em razão da falta de acordo entre a empresa e a rede bancária. E o volume de estabelecimentos comerciais é insuficiente para o recebimento das mesmas. Para quem não tem acesso à Internet, trata-se de um verdadeiro martírio.
Afinal, por ser uma concessão pública, o Ministério Público, por meio da Promotoria dos Direitos do Cidadão, não poderia intervir na questão?