Chance de lar provisório para crianças e adolescentes | Boqnews
Chance de lar provisório para crianças e adolescentes
Para que tem vontade de fazer a diferença na vida de uma criança ou adolescente, o programa Famílias Acolhedoras é o caminho certo. Através dele são cadastrados munícipes interessados em acolher crianças e jovens, de zero a dezoito anos incompletos, cujas famílias biológicas perderam provisoriamente a guarda por situações de abandono, violência ou negligência. 

O programa é desenvolvido pela prefeitura, por meio da Seas (Secretaria de Assistência Social). Desde fevereiro de 2005, já foram acolhidas 89 crianças encaminhadas pelo Judiciário, enquanto os pais biológicos recebiam apoio de profissionais para readquirir condições de cuidar dos filhos.

"Embora tenhamos abrigos muito bons, a importância das famílias acolhedoras é permitir que a criança não seja institucionalizada num abrigo, que não perca a vivência do dia a dia de um lar", diz o secretário de Assistência Social e vice-prefeito, Carlos Teixeira Filho. 

Segundo a chefe da seção do programa, Coemara Hori de Oliveira, na maioria dos casos cerca de 69%, das crianças conseguem ser novamente inseridas no seio familiar, seja com os pais ou com parentes de laços afetivos próximos. Após o trabalho com os pais, tanto no âmbito da dependência química, inserção no mercado de trabalho ou em qualquer outra dificuldade que apresentem, os técnicos da prefeitura acompanham o retorno dessas crianças para a família biológica durante 18 meses.

O acompanhamento é feito com a família biológica e com a acolhedora. Para que o vínculo entre pais e filhos seja mantido, são promovidos encontros semanais. Os candidatos a receber uma criança passam por entrevista e depois por cinco encontros, onde serão discutidas as dificuldades que podem surgir, com o depoimento das famílias já participantes. A última etapa é a entrega de documentos, como atestados de antecedentes criminais, de sanidade física e mental.

No ato do preenchimento da ficha, a família pode escolher o sexo e a faixa etária da criança, e ainda indicar se aceita mais de uma, no caso de irmãos necessitarem do acolhimento. "As famílias que nos procuram revelam preocupação social e vontade de ajudar por solidariedade. É um processo de mão dupla, onde também aprendem muito com as crianças", afirma Coemara.

A criança costuma ficar, em média, seis meses com a família acolhedora. Não há prazo mínimo, mas o máximo é de dois anos. A família recebe ajuda de custo com recursos provenientes do FMDCA (Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente). O programa é voltado apenas para famílias residentes em Santos. Os interessados podem procurar a seção, à Rua Joaquim Nabuco, 21, Vila Mathias, ou entrar em contato pelo telefone 3251-9333.
19 de dezembro de 2011

Chance de lar provisório para crianças e adolescentes

Para que tem vontade de fazer a diferença na vida de uma criança ou adolescente, o programa Famílias Acolhedoras é o caminho certo. Através dele são cadastrados munícipes interessados em acolher crianças e jovens, de zero a dezoito anos incompletos, cujas famílias biológicas perderam provisoriamente a guarda por situações de abandono, violência ou negligência. 
O programa é desenvolvido pela prefeitura, por meio da Seas (Secretaria de Assistência Social). Desde fevereiro de 2005, já foram acolhidas 89 crianças encaminhadas pelo Judiciário, enquanto os pais biológicos recebiam apoio de profissionais para readquirir condições de cuidar dos filhos.
“Embora tenhamos abrigos muito bons, a importância das famílias acolhedoras é permitir que a criança não seja institucionalizada num abrigo, que não perca a vivência do dia a dia de um lar”, diz o secretário de Assistência Social e vice-prefeito, Carlos Teixeira Filho. 
Segundo a chefe da seção do programa, Coemara Hori de Oliveira, na maioria dos casos cerca de 69%, das crianças conseguem ser novamente inseridas no seio familiar, seja com os pais ou com parentes de laços afetivos próximos. Após o trabalho com os pais, tanto no âmbito da dependência química, inserção no mercado de trabalho ou em qualquer outra dificuldade que apresentem, os técnicos da prefeitura acompanham o retorno dessas crianças para a família biológica durante 18 meses.
O acompanhamento é feito com a família biológica e com a acolhedora. Para que o vínculo entre pais e filhos seja mantido, são promovidos encontros semanais. Os candidatos a receber uma criança passam por entrevista e depois por cinco encontros, onde serão discutidas as dificuldades que podem surgir, com o depoimento das famílias já participantes. A última etapa é a entrega de documentos, como atestados de antecedentes criminais, de sanidade física e mental.
No ato do preenchimento da ficha, a família pode escolher o sexo e a faixa etária da criança, e ainda indicar se aceita mais de uma, no caso de irmãos necessitarem do acolhimento. “As famílias que nos procuram revelam preocupação social e vontade de ajudar por solidariedade. É um processo de mão dupla, onde também aprendem muito com as crianças”, afirma Coemara.
A criança costuma ficar, em média, seis meses com a família acolhedora. Não há prazo mínimo, mas o máximo é de dois anos. A família recebe ajuda de custo com recursos provenientes do FMDCA (Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente). O programa é voltado apenas para famílias residentes em Santos. Os interessados podem procurar a seção, à Rua Joaquim Nabuco, 21, Vila Mathias, ou entrar em contato pelo telefone 3251-9333.
Da Redação
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