Zoológico da Capital; tarde no Aquário de Santos e no Parque do Emissário Submarino; Praia do Itararé, em São Vicente, e Parque Ibirapuera da cidade de São Paulo. Esses são destinos dos abrigados da Casa Menino Felipe (Camefe) ainda na agenda, entre o rol de passeios já cumpridos. As futuras visitas deverão ocorrer respectivamente nos seguintes dias de janeiro: 21; 22; 25 e 28. A Camefe é para quem tem até 11 anos e 11 meses de idade, com
exceção em caso de irmãos, que não devem ser separados. Estão lá atualmente 15 abrigados, e o objetivo da programação é promover muita diversão nas férias.
"As crianças da Camefe e adolescentes do Abrigo do Casqueiro devem ser contemplados com todos os direitos de que são destinatários, e o lazer é um deles". Essa é a orientação da Secretaria Municipal de Cidadania e Inclusão Social (Semcis), a cargo de Karina Cruz Gonçalves.
A Semcis defende e cumpre a participação dos abrigados na vida da comunidade local e o desenvolvimento de atividades em regime de co-educação, além do cuidado personalizado e em pequenos grupos e ainda o não desmembramento de grupos de irmãos.
De acordo com a chefe da Divisão de Programas da Criança e do Adilescente, Creusa Alves, também os 10 internos, de mais de 12 anos, do Abrigo do Casqueiro vêm sendo beneficiários de programação de passeios. Estão previstos nas seguintes datas os correspondentes destinos: dia 21, Poço das Antas, em Mongaguá; 22, Biquinha em São Vicente; 25, pic-nic no Ibirapuera
e no dia 29, passeio e lanche num shopping de Santos.
Os adolescentes já estiveram este mês na Praia de Bertioga, no Zoológico e já percorreram, a bordo de escuna, a orla santista. “O assistente social do abrigo consulta os acolhidos, de modo que se determinem os locais a serem incluídos”, disse Creusa Alves. Contou que o mês de dezembro ficou reservado para atrações culturais, com ênfase em teatro.
Os adolescentes também vivenciaram, segundo disse, uma saída para compras. Receberam uma quantia em dinheiro e, assistidos por responsáveis do Abrigo, puderam escolher as pecas de vestuário que levariam consigo. “A Semcis garante o suporte que torna tudo isso possível, desde veículo para transporte e lanche a recursos financeiros”, explicou.
Apadrinhamento afetivo
Mas a intenção é que crianças e adolescentes possam, no período em que estão separados de seus familiares, (porque tiveram seus direitos ameaçados ou violados) manter experiências características do convívio com o núcleo de parentes. Tais experiências são
fundamentais para que possam reproduzi-las quando se tornarem adultos. Por isso, a Semcis faz questão de incentivar o apadrinhamento afetivo.
Este é indicado para crianças que não tem mais contato com sua família, por problemas diversos: perda dos pais; abandono; maus-tratos físicos ou psíquicos; abuso sexual; negligência; carências materiais ou psicológicas, entre outros. O padrinho ou madrinha poderá visitá-los no Abrigo, participar das comemorações que ocorrem no local, proceder ao acompanhamento escolar e/ou ainda levá-los para um fim de semana.
Creusa Alves explicou que o apadrinhamento envolve critérios que levam em consideração o bem-estar da criança e do adolescente. Para tanto, o interessado deve num primeiro momento entrar em contato com assistente social de um dos abrigos. A seguir passará por avaliação psicossocial a ser encaminhada para o Juizado da Infância e da Juventude. O telefone da Camefe é (13) 3372-1828 e o do Abrigo do Casqueiro, (13) 3361-4239.
Zoológico da Capital; tarde no Aquário de Santos e no Parque do Emissário Submarino; Praia do Itararé, em São Vicente, e Parque Ibirapuera da cidade de São Paulo. Esses são destinos dos abrigados da Casa Menino Felipe (Camefe) ainda na agenda, entre o rol de passeios já cumpridos. As futuras visitas deverão ocorrer respectivamente nos seguintes dias de janeiro: 21; 22; 25 e 28. A Camefe é para quem tem até 11 anos e 11 meses de idade, com
exceção em caso de irmãos, que não devem ser separados. Estão lá atualmente 15 abrigados, e o objetivo da programação é promover muita diversão nas férias.
“As crianças da Camefe e adolescentes do Abrigo do Casqueiro devem ser contemplados com todos os direitos de que são destinatários, e o lazer é um deles”. Essa é a orientação da Secretaria Municipal de Cidadania e Inclusão Social (Semcis), a cargo de Karina Cruz Gonçalves.
A Semcis defende e cumpre a participação dos abrigados na vida da comunidade local e o desenvolvimento de atividades em regime de co-educação, além do cuidado personalizado e em pequenos grupos e ainda o não desmembramento de grupos de irmãos.
De acordo com a chefe da Divisão de Programas da Criança e do Adilescente, Creusa Alves, também os 10 internos, de mais de 12 anos, do Abrigo do Casqueiro vêm sendo beneficiários de programação de passeios. Estão previstos nas seguintes datas os correspondentes destinos: dia 21, Poço das Antas, em Mongaguá; 22, Biquinha em São Vicente; 25, pic-nic no Ibirapuera
e no dia 29, passeio e lanche num shopping de Santos.
Os adolescentes já estiveram este mês na Praia de Bertioga, no Zoológico e já percorreram, a bordo de escuna, a orla santista. “O assistente social do abrigo consulta os acolhidos, de modo que se determinem os locais a serem incluídos”, disse Creusa Alves. Contou que o mês de dezembro ficou reservado para atrações culturais, com ênfase em teatro.
Os adolescentes também vivenciaram, segundo disse, uma saída para compras. Receberam uma quantia em dinheiro e, assistidos por responsáveis do Abrigo, puderam escolher as pecas de vestuário que levariam consigo. “A Semcis garante o suporte que torna tudo isso possível, desde veículo para transporte e lanche a recursos financeiros”, explicou.
Apadrinhamento afetivo
Mas a intenção é que crianças e adolescentes possam, no período em que estão separados de seus familiares, (porque tiveram seus direitos ameaçados ou violados) manter experiências características do convívio com o núcleo de parentes. Tais experiências são
fundamentais para que possam reproduzi-las quando se tornarem adultos. Por isso, a Semcis faz questão de incentivar o apadrinhamento afetivo.
Este é indicado para crianças que não tem mais contato com sua família, por problemas diversos: perda dos pais; abandono; maus-tratos físicos ou psíquicos; abuso sexual; negligência; carências materiais ou psicológicas, entre outros. O padrinho ou madrinha poderá visitá-los no Abrigo, participar das comemorações que ocorrem no local, proceder ao acompanhamento escolar e/ou ainda levá-los para um fim de semana.
Creusa Alves explicou que o apadrinhamento envolve critérios que levam em consideração o bem-estar da criança e do adolescente. Para tanto, o interessado deve num primeiro momento entrar em contato com assistente social de um dos abrigos. A seguir passará por avaliação psicossocial a ser encaminhada para o Juizado da Infância e da Juventude. O telefone da Camefe é (13) 3372-1828 e o do Abrigo do Casqueiro, (13) 3361-4239.