A falta de material escolar em unidades da rede municipal tem obrigado alguns diretores e professores serem criativos. Em uma unidade localizada no morro, até pedido para uma fundação ligada a um político local foi feita. Não se sabe se o pedido foi atendido, mas coincidência ou não, uma semana depois a escola já contava com papel sulfite, tintas e canetas para as crianças.
Por mais que a Secretaria de Educação se esforce em colocar a culpa na demora na entrega do material escolar por causa das brigas judiciais entre as empresa concorrentes à licitação, fica claro a falta de planejamento, pois se todo o ano sabe-se que a compra será feita, deve-se antever os tradicionais atrasos que ocorrem em razão de interpelações judiciais típicas de qualquer concorrência. Só não sabe quem não quer ver...
Pedindo para o vizinho
A falta de material escolar em unidades da rede municipal tem obrigado alguns diretores e professores serem criativos. Em uma unidade localizada no morro, até pedido para uma fundação ligada a um político local foi feita. Não se sabe se o pedido foi atendido, mas coincidência ou não, uma semana depois a escola já contava com papel sulfite, tintas e canetas para as crianças.
Por mais que a Secretaria de Educação se esforce em colocar a culpa na demora na entrega do material escolar por causa das brigas judiciais entre as empresa concorrentes à licitação, fica claro a falta de planejamento, pois se todo o ano sabe-se que a compra será feita, deve-se antever os tradicionais atrasos que ocorrem em razão de interpelações judiciais típicas de qualquer concorrência. Só não sabe quem não quer ver…