“7 de setembro é para unir o País e não o oposto”, diz presidente do IHGSV | Boqnews
Foto: Carla Nascimento

Paulo Eduardo Costa

25 DE JULHO DE 2022

“7 de setembro é para unir o País e não o oposto”, diz presidente do IHGSV

Para o presidente do IHGSV, Paulo Eduardo Costa, 7 de setembro representa a união do País e não o momento de polarização política.

Por: Da Redação

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As comemorações do 7 de setembro estão acima das discussões ideológicas e partidárias.

Ainda mais agora, quando se comemora o bicentenário da Independência.

Aliás, pouco apoiado pelo Governo Federal, segundo o presidente do Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente, advogado Paulo Eduardo Costa.

Ele participou do Jornal Enfoque – Manhã de Notícias desta segunda (25).

Na oportunidades, demonstrou sua preocupação com o fato da data ficar em segundo plano em relação ao chamamento político para o povo ir às ruas com objetivos ideológicos.

Afinal, o presidente Jair Bolsonaro foi taxativo durante a convenção do PL que homologou  seu nome para concorrer à reeleição.

Assim, ele pediu que a população vá às ruas ‘pela última vez’ no 7 de Setembro.

E, indiretamente, teceu críticas ao STF – Supremo Tribunal Federal.

“Nós somos a maioria, somos do bem, temos disposição para lutar pela nossa liberdade, pela nossa pátria. Convoco todos vocês agora para que todo mundo no 7 de setembro vá às ruas pela última vez. Vamos às ruas pela última vez!”, disse em evento realizado no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

Por sua vez, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu que os militantes não entrem em confronto na data.

“Não queremos entrar na disputa e nas provocações”, salientou, pedindo que os simpatizantes se manifestem no sábado, dia 10, para evitar confrontos.

Aliás, situação que preocupa Paulo Eduardo Costa.

“Eu temo muito. O espírito de 7 de setembro é o espírito de união. O verde amarelo é de todo o povo brasileiro, pois é algo que nos agrega a uma mesma nação. E não o oposto”, enfatiza.

Presidente do IHGSV, Paulo Eduardo Costa, fala sobre os projetos comemorativos ao bicentenário. Foto: Carla Nascimento

Escritura definitiva

Dessa forma, a data merece ser comemorada pela população, sem viés ideológico, segundo Costa.

“O bicentenário representa o dia que o Brasil recebeu a escritura definitiva desta nação. Ou seja, nós somos os donos do nosso próprio nariz. E parece que agora parece que o País está tentando desconstruir isso”, destaca.

Assim, como presidente do IHGSV, um dos mais antigos e importantes do País por estar na Cellula Mater da Nacionalidade, o dirigente está empenhado junto com outros representantes de entidades para as comemorações alusivas ao bicentenário.

“A data mostra que todos fazemos parte do mesmo grupo social. Quando o foco passa a ser ataques a ministros e às urnas eletrônicas, tenta-se uma justificativa para o injustificável”, salienta.

“Percebe-se que esta é uma situação só que irá nos prejudicar. Qualquer desagregamento em uma nação unida vai gerar problemas”, acrescenta.

Afinal, segundo Eduardo Costa, a união do País significa uma sensação de pertencimento, como ocorre justamente com 7 de setembro.

“Todos somos iguais. A ética presume a igualdade de todos”, enfatiza.

Programação

Por sua vez, a despeito da ausência de apoio público, entidades como o IHGSV não deixarão esquecidas as comemorações ao bicentenário da Independência.

No dia 3 de setembro, integrantes do Instituto Histórico e Geográfico Militar Brasileiro (IHGMB) participarão de evento na sede do IHGSV.

Assim, sob o comando do presidente Márcio Bergo, generais e coroneis cariocas virão ao município para participar de solenidade oficial, recital, com o tenor Ezio Bonini, e jantar comemorativo.

Algum representante da família Orleans e Bragança também deverá estar presente.

Não bastasse, o IHGSV integra o comitê das comemorações do bicentenário local, onde o patrono da Independência, José Bonifácio, se torna um importante expoente nas comemorações da data.

Além disso, Paulo Eduardo Costa falou sobre os preparativos para os 500 anos do município de São Vicente, previstos para 2032, que já iniciaram.

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