Foto: Divulgação/PMS

Economia regional

26 DE NOVEMBRO DE 2021

Parque Tecnológico deve promover maior sinergia para decolar, dizem professores

Entregue em outubro de 2021, prédio do Parque Tecnológico está parcialmente ocupado, professores defendem ‘maior sinergia’ com empresas e universidades.

Por: Fernando De Maria

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Santos deveria se espalhar em modelos de parques tecnológicos de Florianópolis e Recife para poder engrenar uma das forças da economia criativa.

Afinal, um amplo prédio foi inaugurado na Vila Nova em outubro do ano passado, mas na prática o espaço permanece praticamente ocioso.

Ainda mais diante de um cenário onde há necessidade premente da geração de empregos na Baixada Santista, que sofreu os impactos da redução da mão-de-obra não só no Porto de Santos, mas também no polo industrial de Cubatão.

Sem contar a pandemia, que atingiu diretamente o turismo e o setor de serviços, uma das molas propulsoras da economia regional.

Este e outros assuntos foram abordados pelos professores Elias Haddad (Unisantos/Unimes) e Paulo Sá Porto (Unifesp).

Eles participaram do Jornal Enfoque – Manhã de Notícias de quinta (25).

Na oportunidade, ambos fizeram uma análise técnica do atual cenário econômico e os riscos de alta inflacionária tanto em 2021 como em 2022, quando o Brasil terá eleições presidenciais em clima dividido.

Sá Porto apontou a necessidade do aprofundamento das políticas para que haja sinergia entre os interessados no desenvolvimento do polo tecnológico.

“Florianópolis e Recife viraram boas referências em curto espaço de tempo. Em Recife, a parceria com a Universidade Federal foi fundamental e hoje eles exportam até games”, sintetiza.

O fato de Santos estar no maior porto da América Latina pode ser um diferencial para atuação do polo, priorizando o setor portuário e de logística, mas abrindo espaço para outros segmentos onde haja demanda a ser pesquisada.

Economia criativa

Haddad foi enfático na necessidade de fortalecer a economia criativa na Cidade e região  para a geração de empregos e negócios na região.

E questionou o fato do Poder Público divulgar que trabalha pela recuperação do Centro Histórico, mas instituições públicas têm deixado cada vez mais esta região da Cidade.

“Sempre questiono: por que tanta organização pública sai do Centro? E ninguém me responde”, disparou.

Assim, recentemente, a Prefeitura anunciou a mudança do campus da Unifesp da Avenida Ana Costa para um prédio na Rua XV de Novembro, onde funcionavam secretárias municipais.

Ao todo, são previstos 1000 alunos, além de funcionários estudando no local.

Além disso, a Delegacia Regional de Ensino deixará a antiga unidade Cléobulo Amazonas Duarte para um imóvel na Rua General Câmara, no Centro.

Portanto, serão 300 funcionários que mudarão de endereço.

Em troca, o Estado passará a edificação para o município ocupar o prédio.

Dessa forma, no local, funcionará a escola Dino Bueno, que hoje ocupa um imóvel alugado pelo Município., a uma quadra do novo endereço.

Assim, confira o programa completo que contou também com a participação no primeiro bloco do coordenador do Procon, Ronaldo Ferreira.

Ele falou sobre a atuação do órgão na Black Friday e apontou várias dicas.

Programa completo

 

 

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