São Vicente

24 DE JULHO DE 2014

Prefeitura comemora o Dia Nacional da Mulher Negra

Data é comemorada nesta sexta-feira (25) com programação de palestras, oficina de bonecas, exposição e apresentações cultirais

Por: Da Redação

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A Prefeitura vai comemorar o Dia Nacional de Tereza Benguela, celebrado nesta sexta-feira (25), e também o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha com um evento, na data da celebração, a partir das 15 horas, na Câmara Municipal de São Vicente (Rua Jacob Emmerich, 1195, Parque Bitaru).

Para isso, a Coordenadoria Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, organizaram uma programação voltada à causa com palestras, oficina de bonecas, exposição, apresentações culturais, e uma homenagem às representantes da Cidade que se destacam pelos relevantes trabalhos feitos para comunidade.

Esta será a primeira vez em que o evento vai comemorar também o Dia Nacional de Tereza Benguela, criado por Lei Federal em abril deste ano, em homenagem a escrava que liderou o Quilombo Quariterê, no século XXVIII e tem o objetivo de ampliar e fortalecer as organizações de mulheres negras, construir estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais, além de propor a ampliação de parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra brasileira.

Segundo a Coordenadora de Promoção da Igualdade Racial e Vice Presidente do COMDIM, Alessandra Franco, a celebração é de suma importância. “Podemos debater o enfrentamento ao racismo e sexismo, e ainda darmos início às atividades do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher recém-empossado”.

Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha
A data foi criada em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingo, República Dominicana, quando ficou estipulado que este dia seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. Desde então, sociedade civil e governo têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta as condições de opressão de gênero e étnico-raciais em que vivem estas mulheres.

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