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Prefeitura licita obra de combate a enchentes no Catiapoã

A Secretaria de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos (Seosp) já abriu licitação para a realização de obras de combate às…

13 de julho de 2010 - 11:36

Da Redação

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A Secretaria de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos (Seosp) já abriu licitação para a realização de obras de combate às enchentes nos canais das avenidas Lourival Moreira do Amaral e Alcides de Araújo. As ações compreendem o aprofundamento destes cursos de água, como também correção dos taludes, limpeza e instalações de comportas
com bombeamento. Os canais são responsáveis pela captação das águas dos bairros Catiapoã e Parque São Vicente, com reflexos em boa parte da Cidade.


Quatro empresas participam do certame para realizarem os serviços com recursos de R$ 13,5 milhões empenhados pelo Ministério das Cidades por meio do Programa de Aceleração do Crescimento, neste caso o chamado PAC/Saneamento, cujo convênio foi assinado pelo prefeito de São Vicente, Tercio Garcia, o mês de junho.


A obra faz parte do projeto denominado Bacia do Catiapoã e vai beneficiar cerca de 50 mil moradores do núcleo e das imediações, que há décadas sofrem com o problema das enchentes. São Vicente foi a única cidade da Baixada a se habilitar para receber recursos do PAC-Saneamento. Em todo o Estado de São Paulo, apenas nove municípios se habilitaram.


As enchentes são causadas, no caso do Parque São Vicente, pelo fato de o bairro estar abaixo do nível do mar e sofrer com o movimento das marés, problema que é agravado com a ocorrência de chuvas. “As enchentes são um problema antigo que agora está prestes a ser solucionado. São mais de 20 anos de espera dos moradores do
Parque São Vicente”, comentou Tercio Garcia.


A secretária de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos, Elizabeth Correia aguarda o término do processo para que, depois de iniciadas, as obras sejam concluídas até antes dos dois anos do prazo regular previsto.  


O investimento faz parte do PAC-Saneamento, programa do Governo Federal  que prevê a liberação de R$ 4,7 bilhões para obras de drenagem em cidades constantemente atingidas por enchentes. Os recursos são oriundos da União, do FGTS e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e ficam em poder da Caixa Econômica Federal, que faz os pagamentos à medida da realização das etapas. 

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