Pela primeira, a ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet admitiu sua saída do MDB e entrada no PSB.
Assim, em São Paulo, o MDB apoiará a reeleição do governador Tarcísio de Freitas.
Em entrevista ao jornalista José Datena, na TV Brasil, Simone admitiu esta possibilidade, diante de três conversas com o vice-presidente Geraldo Alckmin e com o também ministro Marcio França, ambos do PSB.
Confira
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Dessa forma, a expectativa é que Simone seja candidata ao Senado por São Paulo.
No ar, Datena ligou para o também ministro do Empreendedorismo Marcio França, do PSB, indagando a posição dele sobre a entrada de Tebet na legenda e a possibilidade dela disputar o Senado por São Paulo.
Assim, França elogiou a ministra.
“Para nós seria uma grande honra. Uma pessoa qualificada, preparada. E para São Paulo, em especial, talvez a gente voltasse a ter senadores que tenham influência no Brasil”.
Por sua vez, Simone enfatizou que falta conversar com o presidente da legenda em São Paulo, o deputado estadual Caio França – filho de Marcio.
“Falta o personagem principal em São Paulo, que é o presidente regional do partido, que é o Caio França”, explicou.
Por etapas
“Primeiro vamos às filiações, depois, na sequência, verificaremos as posições”, enfatizou o presidente do PSB paulista.
Assim, dois cenários são colocados para o ministro França: ou assume o ministério do vice-presidente Geraldo Alckmin (Desenvolvimento Econômico) ou disputará uma cadeira para deputado federal, cargo que ocupou entre 2007-2011.
Dessa forma, licenciou-se do mandato para assumir o cargo de secretário do Estado de São Paulo, a partir de 1º de janeiro de 2011.
Por sua vez, licenciou-se do mandato de deputado federal, na Legislatura 2011-2015, para assumir o cargo de Secretário de Turismo de São Paulo, a partir de 3 de fevereiro de 2011.
Assim, reassumiu em 19 de junho de 2012.
Depois, renunciou ao mandato para assumir o mandato de vice-governador de São Paulo junto com Geraldo Alckmin, em 1 de janeiro de 2015.
Anos depois, assumiu o governo paulista no lugar de Geraldo Alckmin que deixou o cargo para disputar a Presidência nas eleições de 2018.
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