A ópera La Bohème é uma transição entre o período romântico e o realismo. Giacomo Puccini, que faleceu em 1924, criou um espetáculo que narra a história de artistas e pessoas comuns que conviviam em estado de penúria, na Paris do final do século XIX. La Bohème apresenta os amigos Rodolfo (poeta), Marcelo (pintor), Schaunard, Colline e seus amores. As relações afetivas são de permanente conflito, motivadas pelo ciúme e pelas inseguranças do grupo, pela pobreza a que estão reduzidos.
Segundo o diretor, cenógrafo e autor dos textos do espetáculo, Cleber Papa, esta versão de La Bohème busca acentuar os aspectos musicais e dramatúrgicos da ópera sem perder a essência da obra. “Além disso, o espetáculo tem referências da novela Scènes de la vie de bohème, de Henri Murger, por isso introduz também a natureza dos personagens e a profundidade de suas relações”, afirmou.
Cleber Papa explicou ainda que a Ópera Curta possui uma dramaturgia própria que inclui partes consideradas imprescindíveis das óperas convencionais à criação de novos personagens que possam contar a história base do espetáculo original. “Há certa atemporalidade no espetáculo realçada pelos cenários e figurinos, muito embora o tempo acabe demonstrado sua forma motivadora”.
Ópera La Bohème é apresentada em Praia Grande
A ópera La Bohème será apresentada na próxima quinta-feira (25), às 19 horas, no Palácio das Artes, em Praia Grande. O espetáculo, escrito por Giacomo Puccini, será apresentado pela Companhia de Ópera Curta e o evento tem entrada franca. A adaptação foi criada por Cleber Papa e Rosana Caramaschi, sob a direção musical do maestro Luís Gustavo Petri. O Palácio das Artes fica na Avenida Presidente Costa e Silva, 1600, Bairro Boqueirão.
A ópera La Bohème é uma transição entre o período romântico e o realismo. Giacomo Puccini, que faleceu em 1924, criou um espetáculo que narra a história de artistas e pessoas comuns que conviviam em estado de penúria, na Paris do final do século XIX. La Bohème apresenta os amigos Rodolfo (poeta), Marcelo (pintor), Schaunard, Colline e seus amores. As relações afetivas são de permanente conflito, motivadas pelo ciúme e pelas inseguranças do grupo, pela pobreza a que estão reduzidos.
Segundo o diretor, cenógrafo e autor dos textos do espetáculo, Cleber Papa, esta versão de La Bohème busca acentuar os aspectos musicais e dramatúrgicos da ópera sem perder a essência da obra. “Além disso, o espetáculo tem referências da novela Scènes de la vie de bohème, de Henri Murger, por isso introduz também a natureza dos personagens e a profundidade de suas relações”, afirmou.
Cleber Papa explicou ainda que a Ópera Curta possui uma dramaturgia própria que inclui partes consideradas imprescindíveis das óperas convencionais à criação de novos personagens que possam contar a história base do espetáculo original. “Há certa atemporalidade no espetáculo realçada pelos cenários e figurinos, muito embora o tempo acabe demonstrado sua forma motivadora”.