Lançado em janeiro de 2012, o livro Perdas & Danos, de Madô Martins, ganhou poesias em francês na edição bilíngue publicada em novembro passado. Agora, esses poemas poderão não apenas ser lidos, mas também ouvidos nos dois idiomas, no espetáculo que acontece dia 24 de maio, sexta-feira, no Ao Café (Av. Siqueira Campos, 462, Boqueirão), às 19h, com entrada franca.
A obra será interpretada por Teresa Teixeira e Alice Mesquita na língua francesa. Ambas são responsáveis pelas versões, com a participação da professora Sonia Gabily, da Aliança Francesa de Santos. A autora dirá os versos em português. Todas as falas serão intercaladas por canções consagradas, como “Travessia” e “Que reste t-il de nos amours”, na voz de Alice Mesquita.
Perdas & Danos é um livro artesanal da Edições Caiçaras e será autografado por Madô no Ao Café. Cada exemplar traz uma capa exclusiva e estará à venda por R$ 25.
Uma atração extra enriquecerá a noite: o cantor e compositor Wylmar Santos apresentará, em primeira audição, a versão musicada do poema-título Perdas & Danos, que deverá constar de seu próximo CD.
À flor da pele - Meio fado, meio tango, o 11º livro de Madô Martins reúne 36 poemas escritos para exorcizar a dor da perda definitiva, acontecida em 2011. Segundo o escritor Manoel Herzog, “é um livro de amante para o amado”, que “dialoga com Neruda e Vinicius sem subordinação a um padrão poético”.
Na obra estão todas as fases do luto e, com páginas inter-relacionadas, o leitor poderá criar vários livros dentro do livro, escolhendo a ordem de leitura dos poemas a seu gosto. Para o editor Márcio Barreto, Perdas & Danos representa “um mergulho em noites onde vestimos a dor pelo avesso, onde o feminino se mostra em suas mais contundentes contradições”. A escritora Regina Alonso o qualificou como “um romance em versos” e, para o escritor e editor Ademir Demarchi, a obra “desconcerta o leitor com seu impacto”. Poeta, dramaturgo e performer, Marcelo Ariel conclui que Madô “sabe conferir um sentido poético a essa capacidade, típica dos sensíveis, de transformar a memória daquilo que foi perdido em arte”.
Lançado em janeiro de 2012, o livro Perdas & Danos, de Madô Martins, ganhou poesias em francês na edição bilíngue publicada em novembro passado. Agora, esses poemas poderão não apenas ser lidos, mas também ouvidos nos dois idiomas, no espetáculo que acontece dia 24 de maio, sexta-feira, no Ao Café (Av. Siqueira Campos, 462, Boqueirão), às 19h, com entrada franca.
A obra será interpretada por Teresa Teixeira e Alice Mesquita na língua francesa. Ambas são responsáveis pelas versões, com a participação da professora Sonia Gabily, da Aliança Francesa de Santos. A autora dirá os versos em português. Todas as falas serão intercaladas por canções consagradas, como “Travessia” e “Que reste t-il de nos amours”, na voz de Alice Mesquita.
Perdas & Danos é um livro artesanal da Edições Caiçaras e será autografado por Madô no Ao Café. Cada exemplar traz uma capa exclusiva e estará à venda por R$ 25.
Uma atração extra enriquecerá a noite: o cantor e compositor Wylmar Santos apresentará, em primeira audição, a versão musicada do poema-título Perdas & Danos, que deverá constar de seu próximo CD.
À flor da pele – Meio fado, meio tango, o 11º livro de Madô Martins reúne 36 poemas escritos para exorcizar a dor da perda definitiva, acontecida em 2011. Segundo o escritor Manoel Herzog, “é um livro de amante para o amado”, que “dialoga com Neruda e Vinicius sem subordinação a um padrão poético”.
Na obra estão todas as fases do luto e, com páginas inter-relacionadas, o leitor poderá criar vários livros dentro do livro, escolhendo a ordem de leitura dos poemas a seu gosto. Para o editor Márcio Barreto, Perdas & Danos representa “um mergulho em noites onde vestimos a dor pelo avesso, onde o feminino se mostra em suas mais contundentes contradições”. A escritora Regina Alonso o qualificou como “um romance em versos” e, para o escritor e editor Ademir Demarchi, a obra “desconcerta o leitor com seu impacto”. Poeta, dramaturgo e performer, Marcelo Ariel conclui que Madô “sabe conferir um sentido poético a essa capacidade, típica dos sensíveis, de transformar a memória daquilo que foi perdido em arte”.