Treze pessoas foram mortas hoje (5) na Bahia. Com isso, sobe para 83 o número de homicídios desde o início da greve da Polícia Militar. Na semana anterior à greve, foram registrados 41 homicídios. Até o momento, apenas um dos os 12 mandados de prisão expedidos contra policiais militares que lideram o movimento foi cumprido.
O soldado Alvir dos Santos, do Batalhão de Policiamento Ambiental, foi preso na madrugada de hoje (5) pelo comandante do batalhão, major Nilton Machado, sob a acusação de formação de quadrilha e roubo de patrimônio público (veículos da Polícia Militar).
Segundo o tenente-coronel Cunha, do Exército Brasileiro, o soldado é “um dos participantes do movimento”. Ele foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar e, em seguida, levado preso pela força-tarefa da Polícia Federal. “Já foi feita a prisão e tomados os procedimentos jurídicos necessários, com presença do advogado e dos parentes”, disse.
Os policiais em greve estão acampados em frente à Assembleia Legislativa e reivindicam a aprovação do plano de carreira, regulamentação da gratificação de atividade policial, nível 5, melhores salários e condições de trabalho. Pedem também anistia para os integrantes do movimento grevista, o que já foi negado pelo governador Jaques Wagner.
Segundo a Secretaria de Segurança da Bahia, o movimento grevista abrange apenas um terço dos 30 mil policiais militares do estado.
Com greve da polícia, Bahia já tem 83 assassinatos
Treze pessoas foram mortas hoje (5) na Bahia. Com isso, sobe para 83 o número de homicídios desde o início da greve da Polícia Militar. Na semana anterior à greve, foram registrados 41 homicídios. Até o momento, apenas um dos os 12 mandados de prisão expedidos contra policiais militares que lideram o movimento foi cumprido.
O soldado Alvir dos Santos, do Batalhão de Policiamento Ambiental, foi preso na madrugada de hoje (5) pelo comandante do batalhão, major Nilton Machado, sob a acusação de formação de quadrilha e roubo de patrimônio público (veículos da Polícia Militar).
Segundo o tenente-coronel Cunha, do Exército Brasileiro, o soldado é “um dos participantes do movimento”. Ele foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar e, em seguida, levado preso pela força-tarefa da Polícia Federal. “Já foi feita a prisão e tomados os procedimentos jurídicos necessários, com presença do advogado e dos parentes”, disse.
Os policiais em greve estão acampados em frente à Assembleia Legislativa e reivindicam a aprovação do plano de carreira, regulamentação da gratificação de atividade policial, nível 5, melhores salários e condições de trabalho. Pedem também anistia para os integrantes do movimento grevista, o que já foi negado pelo governador Jaques Wagner.
Segundo a Secretaria de Segurança da Bahia, o movimento grevista abrange apenas um terço dos 30 mil policiais militares do estado.