O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para a cidade de Santos, no mês de novembro, apresentou inflação de 0,38%, índice praticamente igual ao apurado em setembro quando atingiu 0,39%. Os grupos, transportes e vestuário podem ser considerados como principais responsáveis pela inflação do mês. A informação é do Núcleo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos da Universidade Santa Cecília (Nese/Unisanta).
Em termos de acumulado o índice atingiu 5,48%, esta inflação anualizada, resulta em uma evolução anual de 6,1%, ou seja, inflação dentro das novas metas do governo.
A recente redução das taxas de juros poderá contribuir para um aumento no consumo, haja vista, a redução da atratividade na remuneração de papéis de renda fixa, uma vez que a inflação ainda continua elevada com isso reduzindo o ganho real do investidor. Por outro lado o governo se vê obrigado a reduzir juros para diminuir o custo da dívida interna. Assim resta esperar para ver como o mercado vai se comportar perante tais fatos.
De forma específica, é feita a seguir análise detalhada, por grupo, das principais variações apuradas:
- Grupo Habitação: Apresentou pequena inflação de 0,08% destacando-se o aumento da telefonia celular em 0,65%.
- Grupo Alimentação: A estabilidade foi o ponto alto para a alimentação no mês, onde se apurou o índice de apenas 0,04% de inflação. O subgrupo dos semi elaborados foi o responsável pelo índice positivo, e compensou reduções em vários outros itens como os produtos in-natura, que apresentaram queda de preços. No subgrupo semi elaborados destaques para a carne bovina com aumento de 3,12%, carnes suínas com aumento de 12,4% e pescados 7,5%.
- Grupo Transportes: Foi um dos principais geradores de inflação com 0,63% tendo como geradores os combustíveis com aumento generalizado, destaque para a gasolina 0,73% e aumento no custo de reparos em veículos com 0,85%.
- Grupo Despesas Pessoais: Foi constatada inflação de 0,36%, tendo por influência as bebidas não alcoólicas 1,85% bebidas alcoólicas 0,55% e serviços pessoais com 1,27%, sendo manicure/cabeleireira com 1,78%, barbeiro 1,68% e sapateiro 4,7%.
- Grupo Saúde: Apresentou inflação de 0,34% devido à evolução do preço dos serviços médicos e laboratoriais em 1,02% e aparelhos corretivos 0,69%. Em termos de acumulado já atingiu a 5,28% no ano.
- Grupo Vestuário: Foi apurada a maior inflação do mês 2,7%, por influência das roupas de homem, principalmente, com 6,5% de aumento, nas roupas de criança e de mulher também houve aumento com menor expressão. Armarinhos tiveram aumento de 4,98% e calçados e acessórios 0,65%.
- Grupo Educação: Apresentou pequena inflação de 0,16% influenciada por aumento de materiais escolares em 4,6%, compensado parcialmente por estabilidades e pequenas reduções em outros quesitos.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para a cidade de Santos, no mês de novembro, apresentou inflação de 0,38%, índice praticamente igual ao apurado em setembro quando atingiu 0,39%. Os grupos, transportes e vestuário podem ser considerados como principais responsáveis pela inflação do mês. A informação é do Núcleo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos da Universidade Santa Cecília (Nese/Unisanta).
Em termos de acumulado o índice atingiu 5,48%, esta inflação anualizada, resulta em uma evolução anual de 6,1%, ou seja, inflação dentro das novas metas do governo.
A recente redução das taxas de juros poderá contribuir para um aumento no consumo, haja vista, a redução da atratividade na remuneração de papéis de renda fixa, uma vez que a inflação ainda continua elevada com isso reduzindo o ganho real do investidor. Por outro lado o governo se vê obrigado a reduzir juros para diminuir o custo da dívida interna. Assim resta esperar para ver como o mercado vai se comportar perante tais fatos.
De forma específica, é feita a seguir análise detalhada, por grupo, das principais variações apuradas:
– Grupo Habitação: Apresentou pequena inflação de 0,08% destacando-se o aumento da telefonia celular em 0,65%.
– Grupo Alimentação: A estabilidade foi o ponto alto para a alimentação no mês, onde se apurou o índice de apenas 0,04% de inflação. O subgrupo dos semi elaborados foi o responsável pelo índice positivo, e compensou reduções em vários outros itens como os produtos in-natura, que apresentaram queda de preços. No subgrupo semi elaborados destaques para a carne bovina com aumento de 3,12%, carnes suínas com aumento de 12,4% e pescados 7,5%.
– Grupo Transportes: Foi um dos principais geradores de inflação com 0,63% tendo como geradores os combustíveis com aumento generalizado, destaque para a gasolina 0,73% e aumento no custo de reparos em veículos com 0,85%.
– Grupo Despesas Pessoais: Foi constatada inflação de 0,36%, tendo por influência as bebidas não alcoólicas 1,85% bebidas alcoólicas 0,55% e serviços pessoais com 1,27%, sendo manicure/cabeleireira com 1,78%, barbeiro 1,68% e sapateiro 4,7%.
– Grupo Saúde: Apresentou inflação de 0,34% devido à evolução do preço dos serviços médicos e laboratoriais em 1,02% e aparelhos corretivos 0,69%. Em termos de acumulado já atingiu a 5,28% no ano.
– Grupo Vestuário: Foi apurada a maior inflação do mês 2,7%, por influência das roupas de homem, principalmente, com 6,5% de aumento, nas roupas de criança e de mulher também houve aumento com menor expressão. Armarinhos tiveram aumento de 4,98% e calçados e acessórios 0,65%.
– Grupo Educação: Apresentou pequena inflação de 0,16% influenciada por aumento de materiais escolares em 4,6%, compensado parcialmente por estabilidades e pequenas reduções em outros quesitos.