Saúde

29 DE MAIO DE 2018

Saiba a importância de ter o tubo laríngeo por perto

Tubo laríngeo é utilizado nas situações de emergência, quando é necessário adotar uma série de técnicas para que o paciente permaneça em condições mínimas de sobrevivência até a chegada a um centro hospitalar, através de uma intubação às cegas.

Por: Publieditorial

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O tubo laríngeo ajuda  pacientes com problemas respiratórios e pode ser um diferencial entre a vida e a morte em casos mais graves de respiração. Foto: Divulgação

 

O avanço da tecnologia voltada ao setor de saúde tornou procedimentos médicos mais seguros e ágeis, salvando vidas.

Um dos aparelhos mais importantes é o tubo laríngeo, dispositivo indispensável para o emprego das técnicas de via aérea difícil, criado em 1999.

O equipamento é utilizado nas situações de emergência, quando é necessário adotar uma série de técnicas para que o paciente permaneça em condições mínimas de sobrevivência até a chegada a um centro hospitalar, através de uma intubação às cegas.

Além desta situação, o tubo laríngeo é largamente utilizado durante anestesia geral.

É neste momento no qual é preciso adotar uma série de procedimentos para garantir a estabilização do paciente.

Uma das iniciativas prioritárias é o cuidado com a via aérea, já que a respiração contínua é essencial para o sucesso do procedimento a ser realizado.

O tubo laríngeo é um supraglótico (DSG) que tem ganhado enorme popularização no meio médico.

Recentemente, o dispositivo foi colocado na lista de equipamentos necessários para a abertura de vias aéreas em ressuscitações cardiopulmonares, pelo Conselho Europeu de Ressuscitação (ERC).

 

Aperfeiçoado ao longo dos anos

Nas últimas duas décadas, o tubo foi sendo aperfeiçoado para evitar lesões ao paciente e garantir o uso de forma exitosa e facilitadora, até mesmo por profissionais com pouca experiência em seu manuseio.

Por esta razão, é muito indicado na medicina de emergência.

Ele é constituído, geralmente, por um tubo de lúmen duplo.

Elas contam com mangueiras auxiliares para o esôfago e a faringe, ambas conectadas a uma única linha de insuflação.

A abertura ventral é usada para a ventilação entre estas duas mangueiras.

Mas há também a versão de lúmen duplo, para ser utilizada na aspiração dos resíduos gástricos.

No Brasil, a Celmat, referência em comercialização de dispositivos médicos, oferece as duas versões do tubo laríngeo, em diferentes configurações.

Ou seja, podem ser descartáveis, reutilizáveis por até 50 vezes, e de tamanhos distintos, de recém-nascidos até adultos.

 

Confira algumas características

● Possui lúmen duplo para aspiração de resíduos gástricos
● Acompanha seringa com código de cores, para ajudar na identificação dos volumes aproximados de insuflação necessários
● É ajustável à anatomia do paciente
● Possui marcação dentária, o que facilita o posicionamento do tubo
● Os cuff’s impedes a saída de ar ventilado e bloqueia a entrada do esôfago
● São fabricados nos tamanhos que atendem desde o neonatal até o adulto
● Podem ser descartáveis ou reutilizáveis, por até 50 vezes

 

Em diversas situações

Por ser eclético e de fácil manuseio, o tubo laríngeo é recomendado na utilização das técnicas de via aérea difícil.

Ele pode ser utilizado tanto como uma alternativa à ventilação com máscara tanto para ser acoplado em tubo traqueal.

A academia médica, em todo o mundo, orienta ainda o uso de dispositivos supraglóticos.

Por exemplo: é o caso do tubo, quando há falhas em intubação, mas de forma temporária.

Nessa situação, o dispositivo tem a função de manter a permeabilidade da via aérea durante a preparação de outras intervenções necessárias.

 

Compra necessária

A Celmat é indicada como referência na aquisição, pois comercializa produtos registrados sob a norma ISO 7376 e certificados pela ANVISA.

Além de garantir entrega rápida, amplo estoque e forma de pagamento facilitada.

Assim, médicos socorristas devem ter o tubo laríngeo à disposição para ser utilizado nas mais diferentes situações.

Dessa forma, o mesmo vale para clínicas médicas e hospitais que podem vir a lidar com pacientes em coma espontâneo ou induzido.

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