Igor Augusto (*)
A inauguração da televisão brasileira foi em 18 de setembro de 1950. São 60 anos de muitas experiências, aprendizados e descobertas. Para alguns telespectadores, hoje falta mais programações educativas e jornalísticas.
O jornalista Assis Chateaubriand foi o responsável por abrir o primeiro canal: a TV Tupi, em São Paulo. Alguns participantes da primeira transmissão ainda estão vivos, como os atores Lima Duarte, Lolita Rodrigues e a apresentadora Hebe Camargo.
Mas, a mídia ainda precisa ser melhorada, segundo profissionais da área e telespectadores. A auxiliar de qualidade da Santa Cecília TV, Flávia Cristina Ignácio, afirma que o conteúdo deveria ser mais educativo. Ela, que também é formada em Jornalismo, ainda pensa que o erotismo na rede aberta deveria ser menos usado. Outro ponto citado são os programas sensacionalistas. Eles fazem sucesso porque extrapolam um limite ético. É muito polêmico e Flávia questiona se isso é Jornalismo.
O segurança Marcos Amorim assiste em média duas horas de TV por dia. A opinião é parecida com a da auxiliar de qualidade. “Os programas deveriam ser mais instrutivos, a educação é a base de tudo”. O formado em Economia e estudante de Logística Fábio Siciliano segue a mesma teoria. Para ele, a qualidade da TV aberta é muito fraca, e a saída para melhorar é o investimento em programas educativos.
Durante a apuração da reportagem ninguém avaliou a programação aberta como de bom nível. Além de programas instrutivos, muitos telespectadores pediram por mais notícia. A sub-gerente de produção Roberta Nasraui é uma delas. Roberta assiste a uma média de duas horas diárias, acompanha os jornais de duas grandes emissoras e revela que este é o ingrediente que falta para elevar a qualidade da programação.
(*) Aluno do segundo ano de Jornalismo - noturno da Universidade Santa Cecília - Santos (SP)
Telespectadores pedem mais conteúdo
Igor Augusto (*)
A inauguração da televisão brasileira foi em 18 de setembro de 1950. São 60 anos de muitas experiências, aprendizados e descobertas. Para alguns telespectadores, hoje falta mais programações educativas e jornalísticas.
O jornalista Assis Chateaubriand foi o responsável por abrir o primeiro canal: a TV Tupi, em São Paulo. Alguns participantes da primeira transmissão ainda estão vivos, como os atores Lima Duarte, Lolita Rodrigues e a apresentadora Hebe Camargo.
Mas, a mídia ainda precisa ser melhorada, segundo profissionais da área e telespectadores. A auxiliar de qualidade da Santa Cecília TV, Flávia Cristina Ignácio, afirma que o conteúdo deveria ser mais educativo. Ela, que também é formada em Jornalismo, ainda pensa que o erotismo na rede aberta deveria ser menos usado. Outro ponto citado são os programas sensacionalistas. Eles fazem sucesso porque extrapolam um limite ético. É muito polêmico e Flávia questiona se isso é Jornalismo.
O segurança Marcos Amorim assiste em média duas horas de TV por dia. A opinião é parecida com a da auxiliar de qualidade. “Os programas deveriam ser mais instrutivos, a educação é a base de tudo”. O formado em Economia e estudante de Logística Fábio Siciliano segue a mesma teoria. Para ele, a qualidade da TV aberta é muito fraca, e a saída para melhorar é o investimento em programas educativos.
Durante a apuração da reportagem ninguém avaliou a programação aberta como de bom nível. Além de programas instrutivos, muitos telespectadores pediram por mais notícia. A sub-gerente de produção Roberta Nasraui é uma delas. Roberta assiste a uma média de duas horas diárias, acompanha os jornais de duas grandes emissoras e revela que este é o ingrediente que falta para elevar a qualidade da programação.
(*) Aluno do segundo ano de Jornalismo – noturno da Universidade Santa Cecília – Santos (SP)