Em tempos em que as produções materiais são cada vez mais automatizadas e delineadas quase que somente por computador, baseando-se em projetos pasteurizados e quase que eliminando a possibilidade de expor a criatividade, o artesanato surge como um bálsamo, resgatando a importância de trabalhos preparados com cuidado e distinção, proporcionando sempre algo novo e personalizado.
É apostando nesse diferencial e na oportunidade de divulgar os trabalhos que as 12 componentes do grupo Feiticeiras da Arte realizam, de quarta (8) a sexta-feira (10), das 14 às 20 horas, na sede do Pará Futebol Clube (Rua Carvalho de Mendonça, 340, Campo Grande), uma feira para exposição e venda de artesanato, com parte dos recursos destinados às entidades da Baixada Santista.
É a primeira vez que o grupo se reúne para apresentar os trabalhos. A ideia de organizar a feira surgiu a partir da dificuldade que se estava encontrando para participar de outros bazares. “A gente notava que eles eram bastante fechados aos mesmos participantes. Era difícil conseguir tomar parte em algum”, explica Rita Trigueiro, uma das expositoras. “Foi quando decidimos: por que não fazemos a nossa própria feira?”, acrescenta outra das feiticeiras, Rachel Cândido.
Segundo outra das responsáveis pela feira, Narcisa Dornelles, a idéia principal é a de mostrar o trabalho e expô-lo de uma maneira que possa ser diferente. “Costumamos ir a vários bazares, e o que a gente nota é que há muitos comentários de que é sempre a mesma coisa. Então pretendemos fazer algo legal, com obras em estilos variados, e sempre trabalhos exclusivos, feitos unicamente por nós”, reforça.
Cada “feiticeira” tem suas especialidades. Rachel vai expor patchwork (trabalhos a partir de tecidos) e enxovais para bebês. Narcisa também trabalhará com patchwork, tal qual as também expositoras Deise Albuquerque (que mostrará, ainda, obras a partir da cartonagem) e Rita. Cecília Souza será responsável pelos chocolates artesanais. Sônia Silveira contará com artesanatos para papelaria.
Além delas, Andrea Verni vai apresentar trabalhos de pintura. Já Kátia Ciriaco mostrará acessórios para decoração, Vânia trabalhará com bonecas artesanais, Meire Melques exporá bijuterias, Ivete Scarpari colocará à disposição bolsas ecológicas, e Regina Ávila será a responsável pela exposição de marchetaria (trabalhos a partir de diferentes tipos de madeira).
Gosto em comum
O artesanato é o elo que reúne as doze amigas. Muitas hoje já fazem da produção mais que um lazer: é a principal profissão. Casos de Rachel, Sônia e Narcisa, que abriram Microempresas Individuais (MEI) voltadas à especialidade. O grupo foi se firmando aos poucos. “Eu já conhecia a Rachel há mais de 10 anos, com o gosto pelo artesanato em comum. Então conhecemos a Narcisa e, por ela, a Rita. E fomos ampliando a teia de amigas”, conta Deise.
Feitiço do bem
Em tempos em que as produções materiais são cada vez mais automatizadas e delineadas quase que somente por computador, baseando-se em projetos pasteurizados e quase que eliminando a possibilidade de expor a criatividade, o artesanato surge como um bálsamo, resgatando a importância de trabalhos preparados com cuidado e distinção, proporcionando sempre algo novo e personalizado.
É apostando nesse diferencial e na oportunidade de divulgar os trabalhos que as 12 componentes do grupo Feiticeiras da Arte realizam, de quarta (8) a sexta-feira (10), das 14 às 20 horas, na sede do Pará Futebol Clube (Rua Carvalho de Mendonça, 340, Campo Grande), uma feira para exposição e venda de artesanato, com parte dos recursos destinados às entidades da Baixada Santista.
É a primeira vez que o grupo se reúne para apresentar os trabalhos. A ideia de organizar a feira surgiu a partir da dificuldade que se estava encontrando para participar de outros bazares. “A gente notava que eles eram bastante fechados aos mesmos participantes. Era difícil conseguir tomar parte em algum”, explica Rita Trigueiro, uma das expositoras. “Foi quando decidimos: por que não fazemos a nossa própria feira?”, acrescenta outra das feiticeiras, Rachel Cândido.
Segundo outra das responsáveis pela feira, Narcisa Dornelles, a idéia principal é a de mostrar o trabalho e expô-lo de uma maneira que possa ser diferente. “Costumamos ir a vários bazares, e o que a gente nota é que há muitos comentários de que é sempre a mesma coisa. Então pretendemos fazer algo legal, com obras em estilos variados, e sempre trabalhos exclusivos, feitos unicamente por nós”, reforça.
Cada “feiticeira” tem suas especialidades. Rachel vai expor patchwork (trabalhos a partir de tecidos) e enxovais para bebês. Narcisa também trabalhará com patchwork, tal qual as também expositoras Deise Albuquerque (que mostrará, ainda, obras a partir da cartonagem) e Rita. Cecília Souza será responsável pelos chocolates artesanais. Sônia Silveira contará com artesanatos para papelaria.
Além delas, Andrea Verni vai apresentar trabalhos de pintura. Já Kátia Ciriaco mostrará acessórios para decoração, Vânia trabalhará com bonecas artesanais, Meire Melques exporá bijuterias, Ivete Scarpari colocará à disposição bolsas ecológicas, e Regina Ávila será a responsável pela exposição de marchetaria (trabalhos a partir de diferentes tipos de madeira).
Gosto em comum
O artesanato é o elo que reúne as doze amigas. Muitas hoje já fazem da produção mais que um lazer: é a principal profissão. Casos de Rachel, Sônia e Narcisa, que abriram Microempresas Individuais (MEI) voltadas à especialidade. O grupo foi se firmando aos poucos. “Eu já conhecia a Rachel há mais de 10 anos, com o gosto pelo artesanato em comum. Então conhecemos a Narcisa e, por ela, a Rita. E fomos ampliando a teia de amigas”, conta Deise.