A iniciativa começou há pouco mais de um ano quando o sistema wi-fi foi transferido da Fonte do Sapo para a Biblioteca do Posto 6, por meio da parceria entre o Detic (Departamento de Gestão da Tecnologia de Informação e Comunicações), da Seges (Secretaria de Gestão), e a Secult (Secretaria de Cultura). Desde dezembro último, o sistema também funciona na Gibiteca.
Segundo o coordenador de Informação e Centros Culturais, Jamir Lopes, até o final do primeiro semestre mais três equipamentos serão contemplados: as bibliotecas Dr. Silvério Fontes (Zona Noroeste) e Alberto Souza (Centro Histórico) e a Hemeroteca Roldão Mendes Rosa (Centro de Cultura Patrícia Galvão). “Muitas pessoas preferem usar os notebooks e celulares dentro das bibliotecas porque se sentem mais seguras. Com isso, vamos democratizar o acesso à informação, que está cada vez mais tecnológica.”
Internet sem fio é ampliada para equipamentos culturais
Quem possui computadores portáteis ou smartphones (telefones com funções de computador) tem opção de acesso gratuito à internet sem fio (wi-fi) em dois equipamentos municipais na orla de Santos. Disponível há dois anos em áreas públicas, como a Praça Mauá e o Parque Roberto Mário Santini (emissário submarino), a tecnologia está acessível dentro da Biblioteca Mário Faria (Posto 6, Aparecida) e da Gibiteca Marcel Rodrigues Paes (Posto 5, Boqueirão).
A iniciativa começou há pouco mais de um ano quando o sistema wi-fi foi transferido da Fonte do Sapo para a Biblioteca do Posto 6, por meio da parceria entre o Detic (Departamento de Gestão da Tecnologia de Informação e Comunicações), da Seges (Secretaria de Gestão), e a Secult (Secretaria de Cultura). Desde dezembro último, o sistema também funciona na Gibiteca.
Segundo o coordenador de Informação e Centros Culturais, Jamir Lopes, até o final do primeiro semestre mais três equipamentos serão contemplados: as bibliotecas Dr. Silvério Fontes (Zona Noroeste) e Alberto Souza (Centro Histórico) e a Hemeroteca Roldão Mendes Rosa (Centro de Cultura Patrícia Galvão). “Muitas pessoas preferem usar os notebooks e celulares dentro das bibliotecas porque se sentem mais seguras. Com isso, vamos democratizar o acesso à informação, que está cada vez mais tecnológica.”